Apreendidas embarcações em zonas de exclusão marítima

Polícia Fiscal apreende embarcações na zona de exclusão marítima (Foto: cedida a ANGOP)
Polícia Fiscal apreende embarcações na zona de exclusão marítima (Foto: cedida a ANGOP)
Polícia Fiscal apreende embarcações na zona de exclusão marítima (Foto: cedida a ANGOP)

As autoridades policiais de Angola apreenderam, há dias, duas embarcações que pescavam numa zona de exclusão marítima, junto aos blocos petrolíferos nas localidades de Luanda e de Ambriz (Bengo).

A operação foi desencadeada pelo grupo operativo multi-sectorial, que integrou também órgãos da Capitania de Luanda e dos serviços de fiscalização do Ministério das Pescas.

As embarcações foram apreendidas em flagrante delito a 8 deste mês, nos perímetros restritos das sondas petrolíferas da plataforma Paz Flor, do Bloco 17, a 84 milhas de Luanda e a 57 do município de Ambriz, na província do Bengo.

O comandante da Unidade Fiscal Marítima de Luanda, superintendente-chefe Firmino Uyamba, afirmou nesta terça-feira, à Angop, que os órgãos do grupo operativo foram chamados a intervir no Bloco 17, em função da presença de embarcações que pescavam no perímetro restrito de segurança da companhia petrolífera.

Adiantou que o grupo operativo multisectorial foi criado em função das reclamações das companhias petrolíferas, como a BP, a ESSO, CHEVRON e TOTAL sobre as constantes violações que ocorrem nos perímetros de segurança das zonas petrolíferas.

Fez saber que após a criação de um posto de comando na Unidade Fiscal Marítima, que integra órgãos como a Capitania de Luanda e os Serviços de Fiscalização das Pescas, foi reforçado o patrulhamento nas zonas petrolíferas.

Nos últimos tempos, as autoridades competentes, no caso a Capitania e o Ministério das Pescas, em colaboração com a Polícia Nacional, desenvolveram actividades de sensibilização para persuadir os utentes que se fazem ao mar sobre o perigo da pesca junto aos blocos petrolíferos.

Em função das infracções, os capitães das duas embarcações foram submetidos a um julgamento sumário, pelo Tribunal de Polícia, em Luanda, que os condenou por crime de desobediência na pena de dois meses de prisão correccional. (Angop)

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