Tribunal condena falso farmacêutico

Farmácias de Angola (D.R)

Algumas pessoas têm estado a exercer profissões sem carteira profissional nem autorização, principalmente em Luanda, caindo na malha das autoridades, por se tratar de prática ilegal que lesa o Estado.

Farmácias de Angola (D.R)
Farmácias de Angola (D.R)

Após apanhados e detidos por exercício ilegal de função pública e o crime confirmado pelo Ministério Público, três indivíduos foram julgados pelo Tribunal de Polícia de Luanda.

Por exercício ilegal de função pública, a ré Cristina dos Santos, de 32 anos, foi julgada e condenada a um ano de prisão, convertida em multa, à razão de 200 kwanzas por dia, 80 mil kwanzas de taxa de justiça e cinco mil kwanzas ao defensor oficioso.

A ré confessou em pleno Tribunal o crime e mostrou-se arrependida.

Mohamed Salem foi condenado a um ano de prisão por exercício ilegal da profissão de farmacêutico.

Sem estar habilitado, abriu uma farmácia num dos bairros do distrito urbano do Rangel, onde comercializava medicamentos.

Tal como Cristina dos Santos, também a condenação foi convertida em multa, à razão de 200 kwanzas por dia, 80 mil kwanzas de taxa de justiça e cinco mil kwanzas ao defensor oficioso.

O réu Mateus Afonso foi condenado pelo Tribunal de Polícia ao pagamento de multa por contravenção do Código de Estrada.

O infractor vai pagar 50 mil kwanzas de taxa de justiça, três mil kwanzas ao defensor oficioso e a multa de 150 kwanzas à razão de 150 dias. (ja.ao)

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