Silêncio de Costa fará dele um “cúmplice político de Sócrates”

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Carlos Abreu Amorim comentou a carta de José Sócrates enviada na quarta-feira à redação da SIC.

O ex-primeiro-ministro acusou ontem o Ministério Público de querer “impedir a vitória do PS” nas próximas eleições legislativas.

O deputado social-democrata reagiu, na sua página do Facebook, à missiva enviada pelo ex-líder socialista considerando “inaceitável que um ex-primeiro-ministro diga uma coisa destas, seja quais forem as suas circunstâncias pessoais”.

Mas não foi só José Sócrates o alvo das críticas de Carlos Abreu Amorim que apontou a ‘mira’ a António Costa.

“A poucas semanas das legislativas o previsível silêncio de António Costa perante o ataque mais feroz que o sistema judicial português sofreu e logo perpetrado por aquele de quem foi o ‘número dois’ durante tantos anos, a acontecer, será também insustentável”, escreveu.

Na opinião do social-democrata, o líder socialista tem, “de uma vez por todas, de dizer o que pensa acerca destas acusações gravíssimas que põem em causa os rudimentos do Estado de Direito”.

E mais. Carlos Abreu Amorim considera que “não o fazer será misturar a política com a justiça da pior maneira imaginável e fará de António Costa um cúmplice político de Sócrates neste seu esforço alucinado de destruir a dignidade e a credibilidade do sistema judicial português”. (noticiasaominuto.com)

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