Secretário de Estado considera necessário investimentos para reduzir desastres

Mesa do presidium do seminário Nacional sobre avaliação das necessidades pós-desastres (Foto: Angop)

O secretário de Estado do interior, Eugénio Laborinho considerou nesta terça-feira, em Luanda, ser necessário investir-se na redução do risco de desastres para a resiliência através do desenvolvimento de uma abordagem de continuidade de serviços e negócios.

Mesa do presidium do seminário Nacional sobre avaliação das necessidades pós-desastres (Foto: Angop)
Mesa do presidium do seminário Nacional sobre avaliação das necessidades pós-desastres (Foto: Angop)

O responsável que falava durante o ”Seminário Nacional Sobre Avaliação das Necessidades Pós-Desastre (PDNA) e a Preparação para a Recuperação Resiliente” fez saber que o encontro visa reforçar a capacidade da Comissão Nacional de Protecção Civil (CNPC) e das Comissões Provincias (CPPC) afectadas pelos desastres na prevenção e preparação para uma recuperação resiliente aos desastres.

Frisou igualmente que é importante compreender o risco de desastres e desenvolver uma estratégia de protecção financeira incluindo a retenção e transferência do risco.

Segundo o secretário de Estado, com a estrutura da gestão de risco e de desastre do país, o Executivo aprovou em 2015 o “Plano de Preparação, Contingência de Calamidades e Desastres 2015-2017, que contém aspectos relacionados com normas e procedimentos operacionais.

Sublinhou que a chamada gestão de desastres está estruturada sobre a base das prioridades de acção estabelecidas no quadro de SENDAI 2015-2030.

“O país enfrenta ainda alguns desafios ligados a situação de emergência que necessitam de uma abordagem muito mais ampla, não circunscrita a assistência focalizada numa análise preventiva da situação de risco bem como, uma preparação eficiente da condição de resposta, para alcançar uma recuperação resiliente que permita ter menos prejuízos, “rematou

Informou que o Executivo tem como objectivo estratégico a longo prazo, consolidar os progressos nacionais alcançados, integrar na estratégia de desenvolvimento nacional a redução do risco de desastres investindo de forma activa na construção de resiliência como instrumento estrutural para o crescimento sustentável, harmonioso e inclusivo da sociedade.

Fez saber que a redução do risco de desastres coloca-se hoje como a terceira prioridade dos Estados e dos líderes mundiais. (portalangop.co.ao)

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