Roberto de Almeida destaca trajectória de Deolinda e suas companheiras

Vice – Presidente do MPLA, Roberto de Almeida (Foto: Pedro Parente)
Vice – Presidente do MPLA, Roberto de Almeida (Foto: Pedro Parente)
Vice – Presidente do MPLA, Roberto de Almeida (Foto: Pedro Parente)

O Vice-presidente do Mpla, Roberto de Almeida, disse nesta terça-feira, em Luanda, que trajectória da nacionalista e combatente Deolinda Rodrigues, assassinada com quatro outras companheiras, foi dedicada inteiramente a luta pela independência do nosso pais.

O político falava a Angop no final da cerimónia de apresentação do documentário “Langidila, diário de um exilo sem regresso”, que retrata a vida e obra de Deolinda Rodrigues e de quatro companheiras suas.

Roberto de Almeida acredita que o documentário de Deolinda Rodrigues “Langidila” se traduz no registo cinematográfico fiel do diário manuscrito dessa nacionalista e combatente em companhia de mais quatro companheiras Engrácia dos Santos, Irene Cohen, Lucrécia Paim e Teresa Afonso.

Considerou a melhor homenagem prestada a estas intrépidas combatentes e aos melhores de heróis anónimos da pátria angolana é a defesa intransigente dos seus nobres ideais e das conquistas alcançadas graças ao seu esforço colectivo pelo MPLA , sob liderança do presidente José Eduardo dos santos.

O vice- presidente do MPLA disse, ao ver o documentário, não estranhar a determinação da sua irmã, que como mulher, tinha a sede de querer mudar a situação vivente naquela altura no país.

Adianta que logo que teve a oportunidade Deolinda Rodrigues abandonou os estudos, parentes e família para juntar aos camaradas que se encontravam em combate, para em conjunto lutarem para defesa e independência do país.

Ressaltou que ela tinha um pendor informativo muito patriótico porque onde estivesse tinha que falar de Angola e o que pretendia para o país.

“Essas militantes do MPLA integradas no Esquadrão Kamy, na sequência e insucesso de uma incursão guerrilheira ao interior do território angolano, preferiram enquadrar-se pela luta de libertação da independência.

Frisou que a entrega dessa mulher é espelhada bem nesse documentário, mas os tempos mudaram e as mulheres podem lutar melhor pelos seus direitos e objectivos. (portalangop.co.ao)

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