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Responsável louva iniciativa dos promotores do documentário sobre Langidila
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Responsável louva iniciativa dos promotores do documentário sobre Langidila

A Secretária do Bureau Político do MPLA para Administração e Finanças, Joana Lina, considerou terça-feira, no Centro de Conferências de Talatona, em Luanda, de louvável a ideia de transformar o diário de Deolinda Rodrigues num documentário, porque vai permitir lembrar a história do país.

JOANA LINA - SECRETÁRIA DO BUREAU POLÍTICO DO MPLA PARA ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS (Foto: Francisco Miudo)

JOANA LINA – SECRETÁRIA DO BUREAU POLÍTICO DO MPLA PARA ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS (Foto: Francisco Miudo)

Em declarações à Angop no final da exibição do documentário “Langidila”, Diário de um exílio sem regresso”, sublinhou que desde os anos 70 a sua geração já ouvia falar de Deolinda Rodrigues, da sua determinação, vontade de lutar e perspicácia no que se refere aos objectivos de luta, seus ideias e convicção como nacionalista.

Acrescentou que nesta época também já era conhecida a sua convicção de que o país se tornaria independente, era preciso lutar e a mulher devia participar nessa luta.

“Creio que foi nessa altura que as mulheres da minha geração entraram na Organização da Mulher Angolana (OMA), inspiradas pelos feitos dessa mulher na luta pela libertação nacional”, frisou.

Sublinhou a lição que se pode depreender é a da defesa dos ideias da pátria, a vontade de vencer, sobretudo na perspectiva de divulgação para que os jovens de hoje possam saber um pouco da história, não de forma contada mais de forma visual e, terem oportunidade de ver e sentir as emoções das pessoas que participaram na luta.

Referiu também que nestes 40 anos de independência, o documentário serve para demonstrar que é necessário vontade, determinação, coragem e fé para ultrapassar os obstáculos.

Já a Secretária Nacional da OMA) Luzia Inglês, considerou que o documentário vai dar a conhecer certamente a sociedade angolana quem foi Deolinda Rodrigues e, mostrar como ela, enquanto mulher deu a sua participação directa na luta pela independência de Angola.

Lembrou que essa mulher foi sempre lutadora e política, sobretudo numa época tão difícil de lutar pelos seus direitos, na qualidade de mulher-cidadã, era um direito que exigia junto do sistema colonial.

Luzia Inglês frisou que era preciso dignificar o povo angolano e Deolinda Rodrigues como mulher mostrou que junto dos homens podia participar activamente na luta pela independência do país. (portalangop.co.ao)

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