Puxar cartada ‘Sócrates’ na campanha é “estratégia de quem tem receio”

Paulo Rangel (D.R)

Paulo Rangel insinuou que José Sócrates não estaria sob investigação se Portugal estivesse a ser governado pelo PS. Declarações que não afetam o diretor de campanha socialista.

Paulo Rangel (D.R)
Paulo Rangel (D.R)

Puxar a cartada ‘Sócrates’ em período de campanha é uma “estratégia de alguém que está pouco confortável e com receio”, defendeu o diretor da campanha do PS, Duarte Cordeiro.

Depois de as declarações de Paulo Rangel terem gerado polémica entre socialistas e motivado palavras de apoio por parte de sociais-democratas, em declarações ao jornal i Duarte Cordeiro diz que o PS pode encarar o caso “de forma tranquila”.

No sábado, Paulo Rangel, que falava na Universidade de Verão do PSD, questionou os presentes sobre se acreditavam que “se os socialistas estivessem no poder haveria um primeiro-ministro sob investigação” ou se “o maior banqueiro estaria sob investigação”.

“O ar democrático em Portugal hoje é mais respirável e nós somos um país mais decente”, disse ainda o eurodeputado.

Estas declarações têm vindo a ser condenadas pela ala socialista, com Francisco de Assis, por exemplo, a apelida-las de “ofensa de gravidade extrema”, por exemplo. Mas não só.

Para a secretária-geral da associação dos Juízes, Maria José Costeira, as palavras em apreço foram “absolutamente lamentáveis”, disse, também em declarações ao i. (noticiasaominuto.com)

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