PGFA regista a entrada e saída de mais três mil cidadãos por ano

(ANGOP)
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A Policia de Guarda Fronteira de Angola no Namibe registou de Agosto de 2014 até ao mês presente, a entrada e saída de três mil 209 cidadãos na procura de seus familiares e na compra de bens diversos, informou o comandante da décima Unidade Fronteiriça, superintendente chefe Francisco António Manuel.

Em declarações hoje, quinta-feira, à Angop, a margem das comemorações do trigésimo sétimo aniversário da corporação, disse que, durante os doze meses foi registado na fronteira do Monte Negro a entrada e saída de três mil e 209 cidadãos dos quais, mil e 623 são angolanos e destes 413 são do sexo feminino.

“Neste trajecto houve a entrada de mil e 596 namibianos em visitas familiars e na compra de produtos diversos para a sua sobrevivência e a procura de assistência medicamentosa”, disse.

Quanto ao movimento turistico, verificou-se a partir do posto de guarda Fronteira da foz do rio Cunene a entrada de 612 viaturas, quatro motos, mil e 594 turistas de diversas nacionalidades, destacando 135 sul africanos, sete portugueses, dez suecos, 17 italianos, 10 namibianos, dois americanos, quatro holandeses, dois cidaãos da Suazilandia e 107 angolanos.

Sobre o movimento marítimo, revelou que foram notificados no período em referência, nos dois postos policiais da comuna da Lucira e do Tômbwa, o trajecto de 380 embarcações de pescas de pequeno e médio porte, com seis mil e 951 marinheiros a bordo.

“ Ainda neste mesmo período, 14 cidadãos estrangeiros foram detidos, sendo dois namibianos, quatro ganeses e oito vietnamitas, por prática de violações de fronteira e imigrações ilegal e falta de documentação para o exercício de pesca, nas águas angolanas, fruto de 11 mil e 910 serviços operativos, traduzidos em mil e 27 patrulhas altos com 204 reconhecimentos, mil e 956 postos de observações diurnos e nocturnos”, acrescentou o comandante.

Justificou ainda que no período em reflexão foi difícil desenvolver várias actividades especificas, a julgar pelas dificuldades que enfrenta a unidade que vai desde a falta de meios técnicos, assim como infraestruturas que permitam oferecer condições de acomodação e habitabilidade para os efectivos.

Fez saber ainda que, a polícia de Guarda Fronteira de Angola, é um órgão operativo do Comando Geral da Policia Nacional , onde o seu objecto social consiste na proteção e segurança do pais, bem como, a manutenção da ordem pública ao longo da sua extensão territorial que é de cinco mil e 188 quilómetros.

“Como sabemos, Angola tem sido alvo de migrações ilegais dos cidadãos provenientes de diferentes países a procura de melhores condições de vida, ao qual obriga a policia de guarda fronteira de Angola a desdobrar-se em várias acções ao longo das fronteiras com países vizinhos”. finalizou. (portalangop.co.ao)

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