“Oportunidade perdida”, diz ex-comandante geral da GNR

General Newton Parreira (à direita), com o ex-ministro Miguel Macedo, comandou a GNR entre 2011 e 2014 (D.R)
General Newton Parreira (à direita), com o ex-ministro Miguel Macedo, comandou a GNR entre 2011 e 2014 (D.R)
General Newton Parreira (à direita), com o ex-ministro Miguel Macedo, comandou a GNR entre 2011 e 2014 (D.R)

O Governo de coligação deixa a GNR exatamente como António Costa a organizou quando era ministro de Sócrates

Nem novo estatuto, nem nova lei orgânica. Apesar dos diplomas em vigor, aprovados pelo Governo socialista, terem sido amplamente criticados pelo PSD e CDS, quando eram oposição, principalmente a reorganização que o então ministro António Costa tinha decidido para a GNR, a coligação do Governo manteve tudo na mesma.

Em maio, a ministra da Administração Interna já tinha anunciado que as leis orgânicas da PSP e da GNR não iriam ser alteradas nesta legislatura – deixando cair as promessas eleitorais de “clarificação” de competências das forças de segurança – e ontem assumiu também a “morte” do novo estatuto para a GNR, que tinha negociado com as associações socioprofissionais da guarda.

O ex-comandante-geral da GNR, Luís Newton Parreira, que preparou o projeto da nova lei orgânica, concluído desde 2012 e que ficou a gaveta, lamenta. “Foi mais uma oportunidade perdida para melhorar a segurança da população”, disse ao DN. (dn.pt)

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