NCR abre seis lojas até 2016

(Foto: D.R.)
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Quatro lojas vão abrir em Luanda ainda este ano, e duas deverão surgir nas províncias de Benguela e Huambo até ao segundo semestre de 2016. Mercado angolano conhece aceleração da oferta das novas tecnologias.

A NCR está apostar na expansão das suas lojas em território nacional para fora de Luanda, privilegiando, numa primeira fase, as províncias de Benguela e Huambo. Em entrevista ao Expansão, o gestor de operações da empresa, Eduardo Lobato, disse que até ao final deste ano serão abertas mais quatro lojas em Luanda, estando também prevista a implementação de melhorias significativas no seu funcionamento para melhorar a experiência do consumidor.

Em 2016, serão abertas lojas nas províncias de Benguela e Huambo, afirmou. Segundo o gestor, o projecto está ser desenvolvido “com muito cuidado” pela equipa da NCR, para se garantirem boas condições de acesso aos produtos, e melhor preço e apoio aos clientes.

“Só avançaremos com estas aberturas no segundo semestre de 2016 e salvaguardamos que ainda estamos dependentes de algumas confirmações”, alertou o gestor. Lobato realçou que a empresa aposta num novo conceito de lojas móveis – como a carrinha NCR Kiosk, apresentada na FILDA, que encerrou no passado domingo – e noutros projectos para “ligar cada vez mais os clientes à loja”.

De acordo com o responsável, os produtos mais procurados na NCR são computadores, impressoras, consumíveis, papel, periféricos, smartphones e tablets. Quanto a novidades tecnológicas, as máquinas fotográficas desportivas Go-Pro e colunas de música portáteis têm sido as mais procuradas.

“Na área corporativa, temos tido uma procura muito grande de implementação de parques de gestão de impressão (MPS), que fazem com que as empresas optimizem e baixem significativamente os custos”, revelou, sublinhando que “este é um serviço muito focado na gestão do negócio e não das impressoras”.

Eduardo Lobato realçou que outras duas grandes áreas com bastante procura corporativa são a videovigilância (CCTV) e serviços de gestão de filas. O responsável disse que o crescimento das vendas tem sido positivo, pelo esforço interno de busca de alternativas e soluções. “Continuamos a melhorar o nosso portefólio com garantia de stocks, apostamos fortemente na formação das nossas áreas técnicas e nas especializações dos nossos serviços”, garantiu.

Segundo o gestor, Angola está em rápida evolução, e o mercado tecnológico está em aceleração da oferta das novas tecnologias. “Com implementação e qualidade de serviços, as soluções das tarefas empresariais são cada vez mais consideradas pelos gestores das empresas e vistas como peças essenciais para garantir eficiência operacional e níveis elevados de performance das organizações”, disse.

A empresa teve um stand no centro do Pavilhão 1, na FILDA, com uma grande área de consumo onde os visitantes puderam ver as tecnologias mais recentes e experimentaram vários sistemas apresentados.

Eduardo Lobato fez um balanço positivo da participação da NCR no evento, acrescentando que os visitantes demonstraram “muito interesse pelos equipamentos apresentados” e tiveram a oportunidade de testar as tecnologias expostas.

“Esta receptividade trouxe-nos muitos contactos de empresas, aos quais vamos começar a dar seguimento fazendo visitas técnicas e propostas de serviços”, sublinhou. O responsável explicou que a NCR e a FILDA promoveram acções na área de videojogos, uma das mais quentes no recinto para os gamers aficionados poderem explorar o seu espírito competitivo.

A NCR existe há 20 anos no mercado angolano na venda de equipamentos informáticos, tendo actualmente oito lojas em Luanda. A empresa é constituída por uma equipa com 378 profissionais, dos quais apenas 2% são estrangeiros. (expansao.ao)

Por: Sita Sebastião

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