Morreu Wes Craven, o “pai” de “Freddy Krueger” (Vídeos)

(euronews.com)
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Morreu Wes Craven, uma das lendas do filmes de terror. Considerado o “pai” do nosso pior pesadelo, “Freddy Krueger”, o cineasta perdeu a luta contra um tumor cerebral e terá morrido esta segunda-feira, em casa, rodeado pelos familiares. Tinha 76 anos.

Envolvido nos últimos meses em inúmeros projetos, incluindo séries de televisão e livros de banda desenhada, a relação de Wes Craven com a sétima arte começou, curiosamente, com uma pornografia intitulada “Together”, produzida em 1971 pelo então promissor cineasta. Um ano depois, Craven estreou-se na realização com “A última Casa à Esquerda” (trailer em baixo).

Em 1984, nasceu “Freddy Krueger”, que lançou para o estrelato Robert Englund (ator que deu “vida” ao assassino). “O Pesadelo em Elm Street” lançou Robert Englund (o vilão) para o estrelato e marcou a estreia numa grande produção de um então promissor ator de nome Johhny Depp. Do filme, surgiu ainda uma recomendação para muitos adolescentes: “faças o que fizeres, não adormeças.”

“O Pesadelo em Elm Street” gerou seis sequelas. Dois anos após a sétima aparição de “Freddy Krueger” no grande ecrã, Wes Craven lançou “Gritos” (“Scream”), um misto de filme de terror e comédia.

Em 1999, Craven realizou um dos seus poucos filmes fora das categorias do terror e do suspense. “A Melodia do Coração” foi a única película do “mestre dos pesadelos” a conseguir uma nomeação para os Óscares e valeu a Meryl Streep a estatueta de Hollywood pelo papel principal. Marcou também a estreia no grande ecrã da cantora Gloria Estefan.

O último filme dirigido por Wes Craven, um dos grandes mestres de “slasher movies” (filmes centrados num vilão psicopata e assassino), acabou por ser a quarta parte de “Gritos”, lançada há quatro anos. O realizador, natural do Ohio e mestrado em filosofia, acabou vítima de um dos maiores pesadelos da vida real humana: um cancro. (euronews.com)

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