Malanje: Governante insta populares a colaborarem com as equipas de vacinação contra a pólio

Governador de Malanje, Norberto dos Santos (Foto: Pedro Parente)

Malanje – O governador provincial de Malanje, Norberto dos Santos “Kwata Kanawa”, instou sexta-feira, nesta cidade, a população local no sentido de colaborar e prestar todo apoio necessário às equipas de vacinadores engajadas na campanha de vacinação contra a poliomielite.

Governador de Malanje, Norberto dos Santos (Foto: Pedro Parente)
Governador de Malanje, Norberto dos Santos (Foto: Pedro Parente)

Falando na abertura da referida campanha, que decorrerá entre os dias 14 a 16 deste mês e na qual prevê-se vacinar cerca de cento 99 mil e 48 crianças dos 0 aos 5 anos de idade, o dirigente exortou as autoridades sanitárias a continuarem a mobilizar os munícipes para que recebam as equipas e levem as suas crianças aos locais de vacinação.

O governador congratulou-se pela disposição dos vacinadores, que desenvolverão os seus trabalhos de forma voluntária e apelou aos mesmos para que tenham espírito patriótico, tendo em conta as dificuldades que vão encontrar sobretudo nas zonas mais recônditas.

Por sua vez, o director provincial da Saúde, Pedro José António, fez saber que estão disponíveis 249 mil doses de vacinas e envolvidos na campanha 2 mil e 767 indivíduos, entre vacinadores, mobilizadores, assessores, 87 viaturas, mais de 100 motorizadas e 7 bicicletas.

Fez saber que a província de Malanje não tem registos de casos de pólio há mais de 10 anos, fruto do esforço do governo central.

Precisou que, este ano, a República de Angola vai receber o certificado da Organização Mundial de Saúde (OMS) que declara o país como livre da poliomielite.

Na ocasião, o coordenador regional da Organização Mundial de Saúde (OMS), Luís Vasques, esclareceu que Angola continua a contribuir para a erradicação da poliomielite desde 1999, período em que se notificou mais de mil casos da doença e que vitimou cerca de 100 crianças.

Participam da campanha efectivos da Polícia Nacional e das Forças Armadas Angolanas (FAA), religiosos, sociedade civil e da cruz vermelha. (portalangop.co.ao)

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