M&A. Mercado cresce com imobiliário, banca e seguros

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Setores da tecnologia e da Internet. Neste último mês os subsetores do imobiliário, financeiro e seguros superaram o subsetor de tecnologia que liderava o número de operações há vários meses.
Aquisições feitas por empresas estrangeiras em Portugal

Em relação às aquisições realizadas por empresas estrangeiras em Portugal, as espanholas são as mais ativas no acumulado do ano. Até agora já foram registadas 10 aquisições realizadas. O país vizinho supera inclusive os EUA que, até agora, realizaram oito aquisições em território português.

Já em relação aos países que fizeram os maiores investimentos em empresas lusas temos as companhias de Luxemburgo como maiores investidores, as quais movimentaram até agora cerca de 5.802 milhões de euros, seguida pelas empresas francesas que investiram 434 milhões de euros.

No acumulado do ano, de janeiro e julho de 2015, as empresas portuguesas já realizaram 11 compras em território estrangeiro, com destaque para o Brasil e França. Os setores mais apelativos para os portugueses foram a distribuição, o retalho e os chamados “Outros bens de consumo”.
Private equity e venture capital

As empresas de private equity não perderam o interesse pelo mercado português. Até agora já foram registradas 17 transações envolvendo empresas de private equity. O volume movimentado por essas operações foi de 262 milhões de euros. Em relação as operações envolvendo empresas de venture capital, já foram registadas 19 transações que movimentaram 19,5 milhões de euros. O subsetor que atraí mais investimentos em venture capital e private equity é o de tecnologia.

A transação destacada no mês de julho pelo TTR foi a aquisição realizada pela private equity britânica Patron Capital Partners e a empresa espanhola Eurofund Investments de 100% do centro comercial Dolce Vita Odeón que pertence ao grupo Amorim Investimentos. O valor da tansação não foi divulgado. Participaram como assessores jurídicos a Broseta Abogados, Cuatrecasas, Gonçalves Pereira de Espanha, Clifford Chance de Espanha e como assessor financeiro a EY de Espanha. (oje.pt)

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