Governador do BNA ressalta ritmo dos deputados

JOSE PEDRO DE MORAIS, GOVERNADOR DO BNA (Foto: Francisco Miudo)

O governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José Pedro de Morais, considerou nesta sexta-feira, em Luanda, que o ritmo de trabalho dos deputados da Assembleia Nacional, este ano, vai permitir alcançar progressos no sector das finanças.

JOSE PEDRO DE MORAIS, GOVERNADOR DO BNA (Foto: Francisco Miudo)
JOSE PEDRO DE MORAIS, GOVERNADOR DO BNA (Foto: Francisco Miudo)

Em declarações à imprensa, à margem do acto de encerramento da III Sessão Legislativa da III Legislatura do Parlamento, apontou a aprovação da Lei das Instituições Financeiras como um marco.

Do seu ponto de vista, esta Lei “introduziu modernismo na forma de condução do sector financeiro”, tendo destacado ainda a Lei dos Valores Mobiliários, aprovada pelos deputados.

Considerou de grande relevância o facto de os representantes do povo terem dado autorização ao Titular do Poder Executivo para pôr em circulação moedas de 50 e 100 kwanzas.

Essas moedas metálicas foram lançadas no âmbito das festividades do 40º aniversário da Independência Nacional, que se celebram a 11 de Novembro.

José Pedro de Morais disse, por outro lado, que o Executivo tem um programa que está a ser cumprido, fundamentalmente para ajustar a procura global aos novos recursos do país.

Afirmou que é fundamentalmente por essa via que o seu sector vai conseguir reequilibrar a estabilidade macroeconómica nacional.

A III Sessão Legislativa da III Legislatura, cujo acto de encerramento foi assistido por auxiliares do Titular do Poder Executivo, diplomatas, autoridades tradicionais e eclesiásticas, foi marcada por intensos debates entre o MPLA e a oposição.

Neste ano parlamentar, o “bloco da oposição” optou várias vezes pela política da cadeira vazia e pelo generalizado silêncio, em alguns debates, como forma de protesto pela não transmissão em directo das sessões da Assembleia Nacional.

À semelhança das sessões anteriores, o presente Ano Parlamentar voltou a ficar marcado por uma quase totalidade de diplomas submetidos pelo Titular do Poder Executivo.

Houve fraca iniciativa legislativa por parte dos Grupos Parlamentares, sobretudo da oposição. (portalangop.co.ao)

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