FMI pede a Espanha reformas para diminuir desemprego estrutural de 16%

Luis de Guindos, ministro espanhol da Economia e Competitividade (dinheirovivo.pt)
Luis de Guindos, ministro espanhol da Economia e Competitividade (dinheirovivo.pt)
Luis de Guindos, ministro espanhol da Economia e Competitividade (dinheirovivo.pt)

O FMI saudou hoje a “forte” recuperação da economia espanhola, “muito acima da média europeia”, mas recomendou aprofundar a reforma laboral e a consolidação fiscal para elevar o crescimento e reduzir o desemprego estrutural de 16%.

No relatório anual sobre a economia espanhola, os diretores executivos do FMI elogiam as autoridades espanholas pelas “políticas sólidas” e as reformas realizadas, especialmente as do mercado laboral e a moderação salarial, que impulsionaram a criação de emprego e a competitividade, bem como a reforma do setor financeiro.

A entidade considera que as condições financeiras mais favoráveis – graças à “sólida” aplicação de políticas económicas e também a condições externas favoráveis – “melhoraram a confiança e suportaram a significativa melhoria registada em Espanha desde a crise”.

O FMI continua a prever que o Produto Interno Bruto (PIB) espanhol vai aumentar 3,1% em 2015 e 2,5% em 2016, ou seja “significativamente acima da média da zona euro”.

No entanto, alerta para problemas estruturais como a taxa de desemprego – ainda “elevada” -, para a baixa produtividade e para níveis ainda consideráveis de dívida pública e privada. Para o Fundo, continuam a ser os maiores “desafios” para o futuro da economia espanhola, limitando o potencial de crescimento futuro. (dinheirovivo.pt)

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