Falta de crédito trava crescimento empresarial no Kuanza-Sul

(Foto: D.R.)
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A inquietação foi apresentada  por alguns empresários locais por altura da abertura da 11ª agência bancária na cidade do Sumbe

As preocupações dos homens de negócios foram sustentadas com o facto de, dos bancos já existentes, pouco ou quase nada beneficiam em termos de crédito bancário devido à burocracia que se verifica nas agências.
À propósito da abertura de uma agência do Banco Privado Atlântico, na cidade dom Sumbe , o empresário Fonseca Rafael António disse ser mais um banco a surgir para aumentar a concorrência porque a vida empresarial hoje e os negócios devem ser auxiliados pelos bancos.
Rafael Fonseca sublinhou que utimamente a política de créditos está muito complicada tendo em conta a crise económica que o país está atravessar o que também retira possibilidades e crescimento a muitos empresários ou empreendedores “porque enquanto os bancos não abrirem portas aos créditos muitos deles poderão ir a falência”.
O empresário disse ser preciso que deixe de a burocracia que muitas vezes se observa em diversos bancos no sentido de facilitar os negócios “porque um país em qualquer parte do Mundo cresce com empreendedores e não com o dinheiro do Estado”.
Fonseca Rafael sustenta ainda que é preciso que se aposte muito nos empreendedores para que a economia seja diversificada e não esperar apenas dos investimentos feitos pelo Estado.
Ele alegou que a aludida falta de aposta no empresariado local vai tirar a possibilidade do crescimento dos empresários sobretudo jovens e, para que isto funcione, “os bancos, como empresas, devem contar com os seus clientes para o seu crescimento”. O empresário defendeu também que as políticas dos bancos não devem cingir-se na recolha do dinheiro dos clientes como se tem verificado mas também na concessão ceder empréstimos.
Por sua vez, a empresária Maria Emília Romana Van-Dúnem que es¬teve presente na abertura do Banco Privado Atlântico disse esperar da instituição idoneidade e celeridade no tratamento de questões que versam a agência como uma instituição servidora do povo e da classe empresarial. «É uma mais valia primeiro, para a cidade, e para ajudar também as pequenas, médias e grandes empresas. O crédito deve ser negociado. É a questão de agente negociar porque todos nós precisamos efectivamente do apoio dos bancos, sem os bancos para financiar projectos não se consegue absolutamente nada”declarou.
Fez as honras da casa o vice-governador para a política económica Franklim Fortunato e Silva a par de representantes das autoridades tradicionais, empresários, economistas e demais convidados.
A agência do Banco Privado Atlântico ora aberta foi construída de raiz e está instalado numa das mais privilegiadas ruas da cidade do Sumbe.
Foi construído em seis meses e já proporcionou onze postos de trabalhos à camada jovem. Tem balcão com mais de cinco guichés de atendimento ao público .
Com a abertura da agência Banco Privado Atlântico do Sumbe, eleva-se para duas agências na província sendo que a primeira foi construída na cidade portuária de Porto-Amboim. O se administrador Augusto Baptista disse ser um investimento que o sector privado está a fazer e está representar na província.
“O investimento está feito e agora é preciso maximizá-lo. As equipas comerciais têm a tarefa de garantir agora que deste investimento resulte alguma coisa ou seja, no final do dia nós recebemos as moedas, como se diz, agora cabe a nós sabermos utilizá-las e utilizar bem o investimento que foi feito».
Planageo chega a província
A província do Kuanza-Sul já beneficia desde dia 24 de Julho do ano em curso do Plano Nacional de Geologia (PLANAGEO).
O plano está enquadrado das acções preconizadas pelo Ministério da Geologia e Minas e consistiu no arranque do vôo experimental para o levantamento aéreo geofísico que vai abarcar toda província do Kuanza-Sul.
Para o vice-governador para Área Técnica e Infra-estruturas António da Gama Lopes Teixeira, tal feito vai permitir o reconhceimento dos recursos minerais que a província possui em toda dimensão.
O lançamento do vôo experimental foi feito pelo secretário de Estado da Geologia e Minas, Miguel Pedro Júnior ante a presença de quadros seniores do Ministério de tutela e do governo do Kuanza-Sul.
Na ocasião Miguel Pedro Júnior sublinhou a importância que reveste acontecimento, o que segundo ele, representa um gesto demonstrativo do engajamento do Governo Central no sector de Geologia e Minas , uma área vital para o desenvolvimento do país no que tem a ver com a diversificação da economia.
Para o secretário de Estado, a elaboração do plano nacional de geologia e minas (Planageo) é uma recomendação do executivo e serve como instrumento impulsionador do desenvolvimento sustentável da economia nacional para que o sector mineiro desempenhe o seu papel fundamental com sua participação no aumento da arrecadação de receitas, a criação do bem-estar e a melhoria das condições sociais das populações, na reabilitação e construção de infra-estruturas do país, na geração de empregos, na realização de obras de infra-estruturas, na substituição de importações e no aumento da exportação de minerais resultante de uma relação cujo benefício se resume na positiva para o país.
O governante disse por outro lado que não basta apenas se propalar que o território angolano detém um grande e potencial recurso mineiro mas é preciso que tais informações tenham sustentabilidade ou fundamentação através dos trabalhos de investigação científica estando o já em curso o levantamento aéro-geofísico numa cobertura de cerca de 80º mil quilómetros de linha, dos 1.500.000 quilómetros de linha previstos, o que perfaz cerca de 50% de cobertura do território nacional.
Referiu que para que tal seja um sucesso é necessário que se façam também levantamento geológico, geociência, geoquímico e geotécnico em todo país para além da construção de infra-estruturas laboratoriais para apoio incondicional do Planageo distribuídos por três regiões identificadas nomedamente: Luanda para região norte, Lubango para região sul e Saurimo para região leste.
Para esta empreitada o Ministério da Geologia e Minas contratou três empresas através de um concurso internacional.
Para o funcionamento do Planageo na província do Kwanza-Sul o secretário de Estado da Geologia e Minas falou da forma como tudo vai funcionar:« a província do Kwanza-Sul está abrangida por três blocos sendo: dois terços pelo bloco CITIC-3 que também a brange quase metade das províncias de Luanda, Bengo, K.Norte e uma parte de Malanje e o restante um terço da província está coberto pelos blocos CITIC-4 e UTE-3 este último já em curso também. Hoje testemunhamos a montagem da base aqui no areroporto do Sumbe para a cobertura deste bloco CITIC-3.
A concretização de todos estes projectos vai gerar informação credível, tratada e mapeada que ficará a disposição do Estado tomar a gestão e exploração sustentável dos recursos minerais a curto, médio e longo prazo, atraíndo potenciais investidores, decisores, académicos e todos os demais interessados».
Miguel Júnior disse ainda que um dos maiores desafios do presente plano tem a ver com a formação dos recursos humanos capacitados para a sustentabilidade da gestão técnicca e tecnológica do plano. Por este facto já está em curso a identificação e selecção de quadros idóneos a serem formados em linha co sub programas em execução. O vôo experimental apresentado as autoridades locais conta com a tripulação Australiana e com técnicos de nacionalidade sul africana e vai executar os trabalhos numa altura de até 100 metros do solo. (opais.ao)

1 COMENTÁRIO

  1. MEU querido e General governador ,aconselho optar pelos seus povo camponeses educa-los a melhorar o consuetudinária agricultura, e terás vitorias.permita colono português não correu tanto para desenvolver fê-lo pouco por pouco e invitou varias patologia os bancos só estão a fornecer antagónico sem prescrição MEDICA SO DO K SUL E AFRICANO SOMOS MESMOS ASSM faremos o que e possível para o povo cumprido com programa de longo.medio.curto prazo.

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