Dezenas de e-mails de Hillary Clinton foram posteriormente considerados confidenciais

Hillary Clinton (Foto de Darren Mccollester/GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFP/Arquivos)
Hillary Clinton (Foto de Darren Mccollester/GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFP/Arquivos)
Hillary Clinton (Foto de Darren Mccollester/GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFP/Arquivos)

Mais de 60 e-mails de Hillary Clinton – dos 3.500 que se tornaram públicos – no período em que esteve à frente do Departamento de Estado foram classificados posteriormente como “confidenciais”, informou nesta segunda-feira a chancelaria americana.

Em meio à polémica que contamina a campanha presidencial de 2016 de Hillary, a rede Fox News reportou que mais de 300 e-mails entre 2009 e 2013 teriam conteúdo potencialmente sensível.

O porta-voz do Departamento de Estado John Kirby explicou aos jornalistas que “em mais de 3.000” e-mails que se tornaram públicos desde a primavera boreal (n.d.r: na realidade, 3.500 mensagens) “63 foram classificados”, posteriormente, “em sua maioria como confidenciais”.

Também admitiu-se que o número de mensagens classificadas como de informação sensível continuará crescendo à medida que o Departamento de Estado analise e publique por etapas os mais de 30.000 e-mails profissionais de sua ex-chefe.

Um inspector de Inteligência, entre outros, foi encarregado deste trabalho de classificação a posteriori dos e-mails de Clinton.

A ex-senadora e ex-primeira-dama é a candidata favorita dos democratas à Casa Branca.

Hillary Clinton acusou seus inimigos políticos de fabricar uma polémica em torno dos e-mails em uma tentativa de afastá-la da presidência em 2016.

Clinton utilizou seu e-mail privado para se comunicar com os funcionários do Departamento de Estado, dignitários e outras pessoas entre 2009 e 2013, mas diz que nunca trocou informações confidencial por essa conta.

Ela entregou mais de 55.000 páginas de aproximadamente 30.000 e-mails oficiais, textos que estão sendo divulgados publicamente depois de as autoridades terem seleccionado a informação sensível.

Clinton também disse que apagou cerca de 30.000 e-mails pessoais e que deixou seu servidor limpo depois de apresentar sua correspondência oficial ao Departamento de Estado. (afp.com)

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