Cuando Cubango: MPLA destaca crescimento da economia nacional

MPLA (MPLA)
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O Produto Interno Bruto (PIB) de Angola ronda actualmente aos 131 biliões de dólares, apesar do país estar a viver um momento difícil na sua economia, anunciou o primeiro secretário do MPLA na província do Cuando Cubango, Higino Carneiro.

Ao discursar sábado no acto político de massas antecedido de uma passeata nas artérias da cidade de Menongue, organizado pela JMPLA, no âmbito de uma visita de trabalho político-patriótico, efectuada durante três dias, pelo secretário nacional Sérgio Luther Rascova, o governante, afirmou que PIB nacional é superior ao de muitos países de África e do Mundo.

Segundo disse, tal crescimento tem sido igualmente reconhecido internacionalmente e sublinhou que ao nível interno, granjeou a simpatia de todos os angolanos, o que tem permitido o alcance de sucessivas vitórias eleitorais.

Para si, em função dos actuais níveis de crescimento económico, tudo deve continuar a ser feito pelo Executivo liderado pelo Presidente da República, José Eduardo dos santos, no sentido de manter os níveis ou continuar a crescer cada vez mais.

“É evidente que os recursos que obtemos resultantes das receitas do petróleo e também das contribuições fiscais que advêm do sector não petrolífero, revelam-se insuficientes para fazer tudo, daí, o ligeiro abrandamento na conclusão de alguns projectos, particularmente no município de Menongue”, argumentou.

Em função disso, os projectos estão a ser priorizados segundo as suas necessidades imediatas, criando para tal, um movimento e gestão económica que salvaguarde todas as conquistas já alcançadas.

Denunciou que nas redes sociais, ainda continuam a circular publicações falsas, segundo as quias, as províncias do Moxico, Cuanza-sul e Cuando Cubango foram vendidas à China.

Esclareceu, que tais informações não correspondem a verdade, enfatizando que o líder do governo angola José Eduardo dos Santos, é uma pessoa idónea, esclarecida e cumpridora da Constituição da República que dirige, por isso, de modo algum teria tomado uma decisão que não beneficiaria o povo angolano.

Destacou as boas relações de cooperação entre Angola e a China, apelando aos presentes no sentido de não aceitarem o papel nefasto das pessoas que tentam a todo custo, destruir a democracia e a liberdade e que procuram confundir as mentes dos cidadãos para criarem a desordem e provocar um colapso no País.

“Nós não devemos permitir. Obviamente que não vamos pegar em armas, a guerra já passou, mas a luta é apenas de palavras, através de discursos incisivos, que transmitem confiança e que se traduzem em actos concretos, tal como o governo do MPLA tem feito durante o exercício da sua governação”, destacou. (portalangop.co.ao)

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