“Costa e o PS afundam nas intenções de votos”

vice-presidente do PSD, Carlos Carreiras (D.R)

O vice-presidente do PSD, Carlos Carreiras, criticou a atitude do Partido Socialista e do seu secretário-geral.

vice-presidente do PSD, Carlos Carreiras (D.R)
vice-presidente do PSD, Carlos Carreiras (D.R)

No espaço de opinião no jornal i, o autarca de Cascais, Carlos Carreiras, dispara críticas à atuação de António Costa aquando as eleições primárias contra António José Seguro. “Quando as tropas de António Costa assaltaram o PS de António José Seguro, acreditavam que a marcha até ao poder tanto no partido como no país, se faria sobre uma passadeira vermelha”, refere.

“2015 tem tudo o que é preciso para ser um ‘annus horribilis’ para o PS e para António Costa. Ziguezagues permanentes na questão grega, socialistas de candeias às avessas com as candidaturas presidenciais, um programa eleitoral carregadinho de promessas e até de alguns milagres”, frisa.

Para Carlos Carreiras, “Costa e o PS afundam nas intenções de voto”. Além de que “as sondagens estão a ter nervosas leituras internas e externas”.

“Internamente, a performance de Costa está demasiado longe de um resultado entendido como convincente para quem tem a maioria absoluta como meta, mas demasiado perto do ‘poucochinho’ que, ironicamente, foi o alfa e o ómega na sua estratégia de derrube da anterior liderança”, afirma, acrescentando que “o problema inultrapassável de Costa é a sua incapacidade de surgir como alternativa confiável e consistente de governação”.

“É este o caminho da esperança e da mudança que Costa queria e quer para Portugal?”, questiona.

O social-democrata explica ainda que “um voto no PS aproxima-nos da trajetória grega. Um voto no PS transforma-se num convite explícito à entrada dos radicais do PCP e ou do Bloco de Esquerda no Governo”.

“As eleições legislativas estão aí, mas uma coisa é certa: qualquer que seja o resultado, o 4 de outubro mostrará um partido dividido”, finca. (noticiasaominuto.com)

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