Chefe de Estado quer participação de privados no sector imobiliário

Presidente José Eduardo dos Santos recebe explicações das obras na encosta da Boavista (Foto: Francisco Miudo)
Presidente José Eduardo dos Santos recebe explicações das obras na encosta da Boavista (Foto: Francisco Miudo)
Presidente José Eduardo dos Santos recebe explicações das obras na encosta da Boavista (Foto: Francisco Miudo)

O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, advogou hoje, quinta-feira, a participação privada no desenvolvimento do sector imobiliário, com vista a reduzir a falta de recursos financeiros com que o Estado se debate neste momento.

O Chefe de Estado fez este pronunciamento na reunião que manteve no Gabinete de Reconversão Urbana, no término da jornada de campo realizada ao distrito urbano do Sambizanga, onde estão a ser erguidas urbanizações com vista a minimizar a falta de habitação com que a população se debate.

De acordo com José Eduardo dos Santos, os dois empreendimentos levados a cabo quer pelo Ministério da Construção quer pelo do Urbanismo e Habitação debatem-se com insuficiência de recursos financeiros, embora o Orçamento Geral do Estado tenha previsto recursos para estes dois programas que estão em curso.

“A verdade é que dificilmente o Governo consegue mobilizar dinheiro suficiente para o pagamento das obras e neste contexto deve-se fazer uma melhor gestão dos solos através do direito de superfície que permita a implementação de programas de urbanismo”, referiu.

O Presidente da República sublinhou que a materialização deste pressuposto passa pelo loteamento de terrenos para a implementação de projectos urbanísticos, de forma que possam ser angariados recursos para financiar o sector imobiliário.

“O Estado deve contar com a participação do sector privado sobretudo na promoção e desenvolvimento do sector imobiliário na construção de casas para pessoas que tem rendimento médio e alto e para aquelas com menos recursos”, realçou.

De acordo com o Chefe de Estado serão tomadas medidas com vista a tirar, o mais rápido possível, as pessoas que se encontram em zonas de risco, acelerando a construção de cerca de quatro mil casas. (portalangop.co.ao)

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