Albinos vítimas de feitiçaria

Albinos em África Eric LAFFORGUE/ Gamma-Rapho via (Getty Images)
Albinos em África Eric LAFFORGUE/ Gamma-Rapho via (Getty Images)
Albinos em África
Eric LAFFORGUE/ Gamma-Rapho via (Getty Images)

Em Moçambique a o tráfico de órgãos de pessoas albinas continua a alarmar a sociedade. Desta vez a denúncia parte da associação de médicos tradicionais- AMETRAMO – que veio exigir do governo uma resposta implacável para terminar com esta prática que atinge a província de Nampula.

Associado a superstição o tráfico de pessoas albinas para a extracção de órgãos ganha contornos alarmantes em Nampula província do norte de Moçambique e por isso a associação dos médicos tradicionais de Moçambique AMETRAMO exige do governo mão dura a estes casos.

Fernando Mathe porta-voz da Associação dos médicos tradicionais refere que é necessário que o executivo logo que tenha qualquer informação sobre estas práticas deve intervenha rapidamente junto dos responsáveis para evitar o pior e responsabilizar os implicados.

Fernado Mathe deixa ainda um aviso aos traficantes de órgãos para que terminem com esta prática, que considera criminosa e que esta a por em risco a vida de pessoas inocentes.

A imprensa moçambicana, e associações de defesa dos direitos da criança, têm feito referência nos últimos dias, ao rapto, de 4 crianças que sofrem da doença do albinismo, e que são brutalizadas, na província de Nampula.

No entanto, o governo moçambicano, que está consciente, desta situação e já traçou um plano de acção para ajudar os albinos e seus familiares. Em entrevista à RFI, Francisca Lucas, Directora-adjunta, no Ministério moçambicano da Acção social: “o plano faz a promoção dos direitos das pessoas com deficiência, também, são criadas condições de acesso aos serviços, sabendo, que pessoas, com o albinismo, requerem da necessidade de saúde, no que diz respeito à dermatologia, e também, é feito, um trabalho, a nível das famílias, para evitar, que as pessoas albinas, sejam rejeitadas”. (rfi.fr)

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