Uso descontrolado das tecnologias pode prejudicar crianças

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As crianças devem fazer o uso das novas tecnologias de informação e comunicação com o acompanhamento dos adultos para se evitar que usem de forma errada e desregrada, aconselhou hoje, terça-feira, a chefe de departamento de fomento da sociedade de informação do Centro Nacional de Tecnologias de Informação, Juliana Luzolo Ngundo.

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Segundo a palestrante, que falava aos alunos do primeiro ciclo do ensino secundário da escola “Povo em Luta, no distrito da Samba,” numa promoção do Secretariado Nacional da Organização de Pioneiros Agostinho Neto (OPA),  é importante que as crianças tenham contacto com as novas tecnologias, mas devem ser controladas, já que através das redes sociais podem estar expostas a vários perigos.

Para a responsável, existe vantagens e desvantagens no uso desta ferramenta, pelo que todo o cuidado é necessário, principalmente alertar as crianças para não manter contacto com pessoas desconhecidas, pois muitas são induzidas a cometer crimes através da internet.

“Existem também jogos violentos que podem influenciar as crianças a agir de forma errada, com as novas tecnologias de informação e comunicação, pelo que é necessário que haja controlo e orientação no seu uso ”, referiu.

Por seu turno, o presidente da OPA, António Rosa, disse que a actividade aberta hoje se enquadra num leque de acções que serão realizadas até Outubro nas escolas de Luanda, no quadro das comemorações dos 40 anos de independência nacional.

Em relação ao uso das novas tecnologias, António Rosa disse que pretendem sensibilizar, mobilizar, ensinar e educar os petizes sobre o uso racional desta importante ferramenta.

Acrescentou que as actividades serão desenvolvidas em todo o país nas escolas primárias e secundárias, com a parceria do Ministério da Educação e outras instituições do governo, com palestras sobre vários temas, para incutir aos mais pequenos a necessidade de boa convivência e resgate dos valores morais e cívicos.

Alertou que vão também abordar temas relacionadas com o fenómeno “mata aula” para desencorajar os alunos que assim procedem.

A escola Povo em Luta controla mil e 650 alunos distribuídos em treze salas nos três turnos: manhã, tarde e noite. (portalangop.co.ao)

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