Projecto de produção de gás liquefeito pode arrancar no próximo ano

MANUEL VICENTE, VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA (DIR) , RECEBE JOHN WATSON, PRESIDENTE DA CHEVRON (Foto: Pedro Parente)

A conclusão do projecto de produção de gás liquefeito (Angola LNG) poderá ocorrer até ao final deste ano, anunciou nesta quinta-feira, em Luanda, o Presidente petrolífera americana Chevron, John Watson, no final de encontro com o Vice-presidente da República, Manuel Vicente.

MANUEL VICENTE, VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA (DIR) , RECEBE JOHN WATSON, PRESIDENTE DA CHEVRON (Foto: Pedro Parente)
MANUEL VICENTE, VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA (DIR) , RECEBE JOHN WATSON, PRESIDENTE DA CHEVRON (Foto: Pedro Parente)

“Estamos a finalizar o Angola NLG o que poderá acontecer até ao final do ano”, declarou John Watson aos jornalistas.

Oficialmente, nunca foram avançadas as razões que levaram a paralisação do projecto, sedeado na cidade do Soyo, província do Zaire, a cargo de um consórcio integrado pelas maiores empresas do sector de petróleo e gás, nomeadamente a Sonangol, que detém 22,8%, as empresas afiliadas da Chevron (36,4%), Total (13,6%), BP (13,6%) e ENI (13,6%).

A fábrica tem um potencial para produzir um bilião de pés cúbicos de gás limpo por dia que será distribuído para os mercados doméstico e internacional.

O presidente da Chevron informou que está também a finalizar a execução do projecto Mufumeira Sul, que vai trazer um adicional na produção de barris.

Adiantou que existem outros projectos, mas ainda na fase de estudos.

Referiu ainda que durante a audiência, foi mencionada as comemorações dos 60 anos de operação da Chevron em Angola, que coincide com o facto de a Cabinda Gulf ter atingido uma produção de cinco biliões de barris de petróleo nos blocos zero e 14, tida como uma meta histórica.

Afirmou que nestes 60 anos tem se feito muitos investimentos e que existem grandes projectos em fase de execução, que podem ajudar bastante na estabilidade dos projectos em Angola.

Estamos a estudar qual será o investimento e que serão anunciados oportunamente.

O responsável da petrolífera americana afirmou que foram igualmente abordadas questões relacionadas com as repercussões económicas resultantes da baixa do preço do petróleo no mercado internacional.

Estamos a trabalhar em conjunto na abordagem da questão, referiu. (portalangop.co.ao)

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