Polícia aposta na digitalização de serviços de registo

Paulo Gaspar de Almeida - Comissário Chefe da Polícia Nacional, no Conselho Consultivo da D.N.R.I (Foto: Joaquina Bento)
Paulo Gaspar de Almeida - Comissário Chefe da Polícia Nacional, no Conselho Consultivo da D.N.R.I (Foto: Joaquina Bento)
Paulo Gaspar de Almeida – Comissário Chefe da Polícia Nacional, no Conselho Consultivo da D.N.R.I (Foto: Joaquina Bento)

O segundo comandante-geral da Polícia Nacional, Paulo de Almeida, anunciou nesta quinta-feira, em Luanda, a digitalização dos serviços de registo e informação da corporação, de modo a auxiliar convenientemente as forças da ordem no combate à criminalidade.

Ao intervir no acto de abertura do Conselho Consultivo Alargado da Direcção Nacional de Registos e Informação da Polícia Nacional (DNRI), órgão cuja função é a recolha e o tratamento de informações policiais, o comissário-chefe considerou fulcral a conexão dos serviços de registo e informação da corporação com outras estruturas.

Disse que a digitalização deve consistir no novo cenário arquivístico.

Segundo o oficial, a informação policial desempenha acção transversal, “o que quer dizer que tem ligações com outros sectores da vida nacional, sobretudo ligados à investigação criminal”.

Com efeito, considerou necessário tirar o referido órgão do lugar amorfo em que se encontra.

“Quando se fala da DNRI, julga-se ser um órgão menos importante nas estruturas da polícia. Não se está a dar o valor fundamental que este órgão desempenha na actividade policial”, declarou.

Enalteceu, por outro lado, a atitude dos efectivos deste órgão que “souberam recuperar mais de 75 porcento do acervo de investigação criminal, na sequência da queda do antigo edifício da ex-Direcção Nacional de Investigação Criminal (DNIC).

A formação e capacitação dos efectivos do ramo consta também das prioridades da corporação, segundo a fonte policial.

“Precisamos de bons quadros, que possam facilmente perceber as linhas de orientação e de execução desta especialidade”.

Em relação ao conselho, o comissário-chefe Paulo de Almeida referiu que não deve passar de um mero exercício didáctico.

“Às vezes gostamos fazer reuniões para cumprir calendário. Os conselhos são para traçar estratégias e acções que queremos ver exequíveis a curto, longo e médio prazo”, concluiu. (portalangop.co.ao)

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