Ler Agora:
Poder: PMDB não pode defender saída de Dilma para Temer assumir
Artigo completo 2 minutos de leitura

Poder: PMDB não pode defender saída de Dilma para Temer assumir

Senador Eunício Oliveira afirma que o partido não é “oportunista” nesse momento de crise política e econômica e defende a chegada ao Planalto pela via do voto

(D.R)

(D.R)

O líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), afirmou nesta terça-feira, 21, que a legenda não pode defender a saída da presidente Dilma Rousseff como forma de assumir o Palácio do Planalto com o vice Michel Temer. Ele disse que o partido não é “oportunista” nesse momento de crise política e econômica e defende a chegada ao Planalto pela via do voto.

“O fato de termos a presidente que perdeu popularidade não é pressuposto para impeachment”, afirmou ele, em entrevista ao Broadcast Político, serviço em tempo real da Agência Estado. Segundo Eunício, Dilma não perdeu a sua base e há divergências em questões pontuais, nas quais muitos parlamentares não votam com o governo. “O PMDB não pode, no momento de crise – porque temos a vice-presidência da República e que poderíamos assumir – defender a saída da presidente. Não é o que nós queremos. O que nós queremos é que o PMDB assuma a Presidência da República pelo voto do povo brasileiro.”

Na contramão do discurso do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que defende o rompimento imediato do PMDB com o governo, Eunício disse que não é o momento para deixar de apoiar o Executivo. Para ele, é preciso, agora, unir forças a fim de buscar saídas para o País.

O líder peemedebista afirmou que a posição de Cunha é “pessoal” e destacou que não acredita que ele possa usar a presidência da Câmara para retaliar. Disse ainda que, em meio às buscas e apreensões contra senadores pela Operação Politeia, não sabe se o Senado vai rejeitar ou não uma eventual recondução do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. “Não sei como se comportarão os senadores.”

Eunício afirma ainda que a indicação do seu genro, Ricardo Fenelon Júnior, para ocupar uma diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) não é sua, mas sim do ministro da área, o também peemedebista Eliseu Padilha. Mas avalia que “a qualificação curricular (de Felenon) está posta, com mestrado inclusive fora do Brasil”. (noticiasaominuto.com)

Deixe um comentário

Seu endereço de email não será publicado. Os campos com são obrigatórios *

Input your search keywords and press Enter.
Translate »