PAIGC denuncia perseguição contra governo e partido guineense

Domingos Simões Pereira, primeiro-ministro guineense (Liliana Henriques/RFI)
Domingos Simões Pereira, primeiro-ministro guineense (Liliana Henriques/RFI)
Domingos Simões Pereira, primeiro-ministro guineense
(Liliana Henriques/RFI)

O PAIGC, partido no poder na Guiné-Bissau, alega que os seus membros, elementos do Governo, estão a ser alvo de perseguição selectiva por parte da justiça. Para o PAIGC é sintomática a forma como os membros do Governo são chamados a depor perante a justiça e ainda as suas declarações serem conhecidos pela opinião pública quando devia haver o chamado princípio do segredo da justiça.

Para o PAIGC, Partido africano para a independência da Guiné e Cabo Verde, o mais grave ainda seria a forma tendenciosa e parcial como os depoimentos dos membros do Governo vazam para a opinião pública.

A Liga Guinenese dos Direitos Humanos é que não está de acordo com o posicionamento do PAIGC, porquanto entende a Liga o partido no poder está claramente a tentar amordaçar a justiça como alegou Augusto Mário da Silva, presidente da Liga Guinenese dos Direitos Humanos.

São vários os membros do Governo a ser convocados perante a justiça.

O primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira, admitiu que seriam 11 elementos do seu Governo instandos a depor perante a justiça. (rfi.fr)

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