Odebrecht Angola reage a notícia publicada pelo jornal Estado de São Paulo

(Foto: D.R.)
(Foto: D.R.)
(Foto: D.R.)

Com base no artigo “EUA monitoram obras da Odebrecht no exterior e apontam sinais de corrupção”, publicado pelo jornal brasileiro Estado de S. Paulo e retomado pelo Portal de Angola, na edição de 22 de Julho 2015, vimos por esta via publicar o direito de resposta da Odebrecht Infraestrutura Angola:

Nota de esclarecimento – Odebrecht

EUA monitoram obras da Odebrecht no exterior e apontam sinais de corrupção – 22 de Julho 2015

“A Odebrecht vem por meio deste esclarecer a notícia publicada no site Portal de Angola no dia 22 de Julho 2015 sobre o monitoramento dos Estados Unidos da América as obras da Odebrecht.

Em 36 anos de atuação internacional, e com compromisso pleno com os Países onde tem presença, a Odebrecht Infraestrutura nunca teve qualquer condenação judicial por irregularidades em contratos em nenhum dos países onde actua.

Diferentemente do que tem sido divulgado na imprensa, a Odebrecht Infraestrutura não foi expulsa do Equador por acusações de corrupção. Em 2008 houve uma disputa de carácter técnico por problemas na fase de operação da hidreléctrica de San Francisco. O Governo do Equador decidiu suspender todas as obras que a empresa estava executando no país.

Sob a lei equatoriana, todas as disputas foram resolvidas por meio de um “Convênio Transaccional” (figura jurídica prevista na lei equatoriana que requer aprovação de Procurador Geral do país), o que permitiu a retomada do trabalho da empresa no Equador. Actualmente, a Odebrecht Infraestrutura está implementando três projectos prioritários de infraestrutura, que foram conquistados por meio de processos de licitação pública.

No que respeitam os investimentos da Odebrecht em Angola, além de sua actuação nos principais sectores de infraestrutura, esclarecemos que a notícia veiculada refere-se a 2007, quando, de fato, a Companhia de Bioenergia de Angola, Lda. – Biocom foi constituída associando a experiência que a Odebrecht Agroindustrial detém no setor sucroalcooleiro; a concessionária nacional responsável pela produção de combustíveis, Sonangol; e o grupo empresarial local Damer, este último, com papel de reforçar a participação do empresariado angolano em projetos que possibilitem a formação e a transferência de tecnologia para os nacionais. Atualmente, o grupo empresarial Damer não é mais parte integrante do quadro social da Biocom, sendo este composto por: Odebrecht, Sonangol, e o grupo local Cochan.

A Biocom submeteu e negociou com a ANIP – Agência Nacional do Investimento Privado – os termos e condições de seu investimento que hoje se encontra em funcionamento, contando com aproximadamente 2.800 integrantes, dos quais mais de 92% nacionais.”

http://jornalggn.com.br/noticia/joao-robeto-marinho-estava-no-jantar-com-lula-e-marcelo-odebrecht

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2015/07/20/primeiro-ministro-portugues-nega-que-lula-tenha-feito-lobby.htm

(Odebrecht em Angola)

Atenciosamente,

A Direcção do Portal de Angola

NOTA – (Para que haja sempre um direito de resposta atempado, agradecemos o envio dos artigos para o email [email protected])

 

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