O que Sampaio da Nóvoa divide, Maria de Belém une

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O PS encontra-se ‘partido’ em termo de opiniões, Sampaio da Nóvoa e Maria de Belém geram falta de consenso e as opiniões divergem em relação aos candidatos certos à Presidência da República.

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A incógnita sobre o candidato que o Partido Socialista vai apoiar na corrida a Belém permanece e o jornal i resumiu os diversos cenários divulgados nos últimos tempos por dirigentes socialistas.

Sampaio da Nóvoa divide os socialistas. Apesar de já ter o apoio de importantes membros do partido, como Mário Soares e Jorge Sampaio, continua a ser criticado por vários socialistas. Maria de Belém tem surgido como uma possível aposta do partido, que parece reunir opiniões positivas, e parece satisfazer os que não pretendem apoiar Nóvoa.

“Tem experiência e capacidade para o desempenho desse lugar. Tem uma grande notoriedade nacional”, garante José Leal, deputado e dirigente do PS, ao jornal i.

O apoio a Sampaio da Nóvoa, que já esteve tão perto de acontecer, está cada vez mais longínquo e Carlos César explica, à Antena 1, que o PS poderá não dar indicação de voto em nenhum dos candidatos e dar “liberdade de voto aos seus militantes e eleitores”. Assim, o presidente do partido acredita que num cenário em que há várias candidaturas ligadas ao PS, “não teria qualquer sentido” os socialistas tomarem partido por um deles.

Enquanto João Paulo Pedrosa tece duras críticas ao ex-reitor através da sua página do Facebook, Francisco Assis admite, em entrevista ao semanário Expresso, que tem “esperança de que possa surgir alguém oriundo do espaço do centro-esquerda”. A mesma opinião é manifestada por diversos dirigentes socialistas, como Sérgio Sousa Pinto, Vital Moreira ou Vera Jardim, que não se reveem na candidatura de Nóvoa.

Até ao momento, o académico conta com o apoio do Livre e desvaloriza a indecisão do PS, garantindo que “as presidenciais não ganham em serem uma espécie de segunda volta das legislativas”.

O líder ‘rosa’ António Costa já admitiu a alguns socialistas, conta o jornal i, que, caso a ex-ministra da Saúde, Maria de Belém, entre na corrida à Presidência da República, não terá a possibilidade de apoiar nenhum outro candidato. (noticiasaominuto.com)

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