O que fazem as companhias multinacionais em Angola (1): Petrolífera CHEVRON

(Foto: Rede Angola)
(Foto: Rede Angola)
(Foto: Rede Angola)

A Chevron opera em Angola através de uma empresa subsidiária, a Cabinda Gulf Oil Company Limited, sendo uma das maiores produtoras de petróleo do país. Em 2012, atingimos um dos marcos históricos mais relevantes em Angola, quando o Bloco 0, no offshore da costa de Cabinda, produziu um volume acumulado de 4 mil milhões de barris de petróleo. Continuamos a investir milhares de milhões de dólares em projectos de energia de grande envergadura para aumentar a produção de petróleo e conservar o gás natural para utilização em Angola.

Actualmente, estes são os nossos investimentos mais importantes:

  • Mafumeira Sul
  • Angola LNG, fábrica de gás natural liquefeito no Soyo
  • Travessia do Desfiladeiro do Rio Congo por Gasoduto
  • Lianzi, na Área de Exploração Conjunta Angola – República do Congo

A Chevron detém ainda interesses em mais quatro concessões em Angola, em que actua como operador em duas dessas concessões. Somos o maior empregador estrangeiro na indústria petrolífera de Angola. Mais de 88% dos nossos empregados no país são angolanos.

Através da nossa Iniciativa de Parceria com Angola, promovemos a paz, melhorámos as oportunidades de acesso à saúde e a uma melhor educação para as pessoas que vivem nas comunidades onde trabalhamos.

CARTEIRA DE NEGÓCIOS

Em Angola, a Chevron desenvolve a sua actividade através de uma empresa subsidiária a 100%, a Cabinda Gulf Oil Company Limited. Em 2012, as nossas operações em Angola apresentaram uma produção diária média líquida de 128.000 barris de produtos líquidos.

Pesquisa e Produção

A Chevron detém participações em 4 concessões: Bloco 0, situado no offshore da província de Cabinda; Bloco 14, situado em águas profundas; Bloco 2, situado no offshore do noroeste de Angola e a área terrestre Fina-Sonangol-Texaco. Detemos ainda uma participação na empresa do projecto de gás natural liquefeito (GNL), a Angola LNG Limited.

Um marco importante no Bloco 0

A Chevron é o operador e detém uma participação de 39,2% no Bloco 0. Em 2012, esta concessão no offshore de Angola atingiu uma produção acumulada de 4 mil milhões de barris de petróleo.

O Bloco 0 está dividido nas Áreas A e B. Em conjunto, em 2012, estas áreas com 21 campos produziram um volume médio líquido diário de 98.000 barris de produtos líquidos. A Área A conta com 15 campos de produção com uma produção líquida diária de 60.000 barris de petróleo e 2.000 barris de gás de petróleo liquefeito (GPL). A Área B é composta por 5 campos de produção com uma produção média líquida diária de 31.000 barris de petróleo e condensados e 5.000 barris de GPL.

Em 2013, foi anunciada uma decisão de investimento final  sobre a segunda fase do desenvolvimento do Campo da Mafumeira, num montante de 5,6 mil milhões de dólares. O projecto inclui uma instalação de processamento, duas plataformas de cabeça de poço, cerca de 121 km de condutas submarinas, 34 poços de produção e 16 poços de injecção de água. A fabricação das plataformas será iniciada no terceiro trimestre de 2013 e a construção dos oleodutos será iniciada em finais de 2013. A primeira produção está planeada para 2015 e a produção máxima total estima-se em 110.000 barris de petróleo e 10.000 barris de GPL.

Foram ainda continuados os trabalhos do Melhoramento da Recuperação Secundária do Nemba (Fase 1 e Fase 2, num montante de 2 mil milhões de dólares). A produção diária máxima deste projecto está estimada em 13.000 barris de equivalente de petróleo. A fase final do projecto irá incluir uma nova plataforma com instalações de compressão a ser ligadas através de uma ponte à plataforma Nemba Sul existente. O arranque da instalação está previsto para o início de 2015.

Em 2012, continuaram-se os trabalhos de engenharia de base e de projecto para o desenvolvimento do Campo N’Dola Sul. Os planos de desenvolvimento incluem uma plataforma de cabeça de poço, com produção de 12 poços ligados às infraestruturas existentes. A capacidade de produção diária está estimada em 28.000 barris de petróleo. A decisão de investimento final deverá ser tomada em 2014.

A área de desenvolvimento do Grande Vanza Longui situa-se a cerca de 60 km da costa angolana, na Área B. O projecto deverá vir a ser um dos principais fornecedores de gás para a Angola LNG.

O Campo de Kambala situa-se a 8 km do offshore de Angola, na Área A. Este projecto irá melhorar o desenvolvimento dos reservatórios da Toca e da Pinda e definir a produção do reservatório da Vermelha.

O projecto da Lifua é um programa de injecção de água para os reservatórios da Likouala e da Vermelha no Campo da Lifua. Para os projectos do Grande Vanza Longui, Kambala e Lifua, os trabalhos do projecto preliminar de engenharia e design devem ser iniciados no 2.º semestre de 2013.

No início de 2013, foram iniciados os trabalhos de perfuração no poço de pesquisa no pré-sal e no pós-sal na Área A. Os termos “pré-sal” e “pós-sal” designam os reservatórios de petróleo e gás natural situados acima e abaixo das diversas camadas de sal nas formações geológicas. Os resultados das pesquisas estão em avaliação. Outro poço de pesquisa na camada pré-sal da Área A está programado para o segundo semestre de 2013, juntamente com um poço de avaliação na camada pré-sal e outro na camada pós-sal na Área B.

Aplicação de tecnologia no Bloco 14

(Video Fábrica LNG 1)

A Chevron opera e detém uma participação de 31% no Bloco 14, uma concessão em águas profundas. Em 2012, a produção líquida diária nos campos de Benguela Belize-Lobito Tomboco (BBLT), Kuito, Tômbua e Landana foi de 28.000 barris de produtos líquidos.

No início de 2012, foram concluídos os estados para avaliação das alternativas de desenvolvimento no Campo da Lucapa, um desenvolvimento multi-reservatório de águas profundas situado na orla norte do desfiladeiro do rio Congo; em Junho de 2012, foram iniciados os trabalhos do projecto preliminar de engenharia e design. O desenvolvimento irá incluir um navio de produção, armazenamento e descarga e 17 poços submarinos a uma profundidade aproximada de 1.220 m. Para esta instalação, o projecto aponta uma capacidade diária de 80 000 barris de petróleo. A decisão de investimento final deverá ser tomada em 2014.

Em 2012, foram prosseguidos os estudos de selecção de conceitos para o desenvolvimento de Malanje. O início dos trabalhos de engenharia preliminar e de projecto está planeado para meados de 2013.

As actividades de pesquisa em 2012 foram concentradas no planeamento de poços nas áreas de exploração mais promissoras. Foram ainda identificados novos prospectos e reavaliados os dados sísmicos tridimensionais na zona norte do Bloco 14.

Bloco 2 e a Área Fina Sonangol Texaco

(Video Fábrica LNG 2)

 A Chevron detém uma participação de 20% (não operativa) no Bloco 2, situado ao largo do noroeste da costa angolana. A Chevron possui ainda uma quota de 16,3% (não operativa) na área terrestre da Fina Sonangol Texaco. Nestas duas áreas, a produção líquida diária atingiu, em 2012, um volume de 2.000 barris de produtos líquidos.

Travessia do Desfiladeiro do Rio Congo por Gasoduto

A Chevron detém uma participação de 38,1% no gasoduto projectado transportar diariamente até 7080 milhões de metros cúbicos de gás natural a partir dos Blocos 0 e 14 de Angola para a fábrica da Angola LNG no Soyo. Os planos de desenvolvimento incluem 140 km de condutas instaladas no desfiladeiro submarino do rio Congo. O projecto – cujo volume de investimento atinge os 2 mil milhões de dólares americanos – foi iniciado no início de 2013 e deverá estar concluído em 2014.

Angola LNG

A fábrica de GNL do Soyo tem uma capacidade anual para processar 5,2 milhões de toneladas de gás e será operada pela Angola LNG Limited. Neste projecto – com um volume de investimento de 10 mil milhões de dólares – a Chevron detém uma participação de 36,4%. A fábrica foi projectada para processar diariamente 31 milhões de metros cúbicos de gás natural, com um volume médio de vendas diárias de 19 milhões de metros cúbicos de gás natural e até 63.000 barris de gás natural liquefeito. A primeira expedição de GNL deverá ocorrer no segundo trimestre de 2013.

Área de Exploração Conjunta Angola – República do Congo

A Chevron é a empresa operadora e detêm uma participação de 31,3% na Área de Desenvolvimento de Lianzi, numa área detida em partes iguais por Angola e a República do Congo. Em Julho de 2012, foi tomada a decisão de investimento final sobre o Projecto do Lianzi, num montante de 2 mil milhões de dólares. O projecto é composto por 4 poços de produção e 3 poços de injecção de água com ligação submarina à plataforma existente no Bloco 14. A primeira produção está prevista para 2015. A produção máxima total diária está estimada em 46.000 barris de petróleo. (chevron.com)

 

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