“Neves Bendinha” projecta abertura do serviço de hemoterapia em 2016

Reportagem Hospital Neves Bendinha (Foto: D.R)

A reestruturação das equipas de serviço para nível de enfermeiros e médicos, bem como a abertura do serviço de hemoterapia e rx são alguns das previsões para o período 2015/2016 no Hospital Neves Bendinha, em Luanda, informou à Angop, a directora da Instituição, Lídia Dembe.

Reportagem Hospital Neves Bendinha (Foto: D.R)
Reportagem Hospital Neves Bendinha (Foto: D.R)

Segundo a responsável, no domínio dos serviços clínicos pretendem o funcionamento da ambulância 24/24 horas, o aumento de vigilância por turnos e a redução da mortalidade em doentes queimados.

Avançou ainda que no que concerne ao quadro de pessoal têm como meta a abertura de concurso público para médicos, na especialidade em cirurgia plástica, queimados e nutricionista, bem como enfermeiros intensivista, médicos intensivistas pediátricos e técnicos de diagnóstico de microbiologia.

Em termos de infra-estruturas, a direcção trabalhará na mudança dos serviços administrativos para o edifício novo, na montagem do laboratório de microbiologia, ampliação dos consultórios, tendo o Ministério da Saúde (Minsa) articulado com o Ministério da Construção, a projecção da construção de um novo hospital para queimados de alta complexidade.

A nível de formação e estágio, prevêm realizar, este ano, o curso de queimados para enfermeiros, estágios de refrescamento dos médicos nas diferentes unidades de Luanda.

O hospital Neves Bendinha para além do atendimento ao doente queimado, também presta cuidados primários, realizando consultas em clínica geral, pediatria, dermatologia, otorrinolaringologia, atenção às gestantes e puericultura.

Segundo a directora, durante o I semestre de 2015  atenderam 28.149 doentes, dos quais 14.192 em consultas externas e 13.177 em urgências.

Fez saber que do total de doentes atendidos 2.965 foram queimaduras e, desses 676 doentes apresentavam graus de queimaduras graves e foram internados.

Foram realizadas 191 cirurgias, sendo 180 consideradas de grande complexidade e 11 pequenas.

Relativamente a mortalidade registou-se 137 óbitos correspondente a 20,27 porcento, havendo uma redução de cerca de 34 óbitos em comparação com o I semestre de 2014. (portalangop.co.ao)

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