Moçambique: Futuro da cultura angolana está em boas mãos – ministro Muandumba

Os ministros da Juventude e Desportos de S. Tomé e Príncipe, Moçambique e Angola, durante a Conferência de Maputo. (Foto: Portal de Angola)
Os ministros da Juventude e Desportos de S. Tomé e Príncipe, Moçambique e Angola, durante a Conferência de Maputo.
(Foto: Portal de Angola)

O ministro angolano da Juventude e Desportos, Gonçalves Muandumba, considerou hoje, em Maputo, que o futuro da cultura nacional está garantido, em função das qualidades das obras expostas na VII Bienal de Jovens Criadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Os ministros da Juventude e Desportos de Angola e de S. Tomé e Príncipe, abertura da Bienal, na Matola, Moçambique (Foto: Portal de Angola)
Os ministros da Juventude e Desportos de Angola e de S. Tomé e Príncipe, abertura da Bienal, na Matola, Moçambique
(Foto: Portal de Angola)

A decorrer até dia 21 do corrente mês sob o lema “Juventude e Cultura Reforçando os Laços de Amizade, o ministro Muandumba e o seu homólogo de São Tomé e Príncipe, Marcelino Leal Sanches, visitaram o local da exposição desta Bienal, no Centro Cultural do Banco de Moçambique, na cidade de Matola, e mostraram-se impressionados com a qualidade das obras apresentadas.

Parte da delegação angolana que está em Maputo, na Bienal. (Foto: Portal de Angola)
Parte da delegação angolana que está em Maputo, na Bienal.
(Foto: Portal de Angola)

“Fiquei bastante satisfeito, a cultura da CPLP, em particular de Angola, está em boas mãos, está no bom caminho”, considerou o governante angolano, depois de visitar as várias artes aí patentes, como pintura, artesanato, cinema, estilismo, escultura, desenho, arte gráfica, fotografia, reciclagem e literatura.

Segundo disse, com as bienais os jovens poderão crescer ainda mais a nível técnico, porque poderão trocar experiências, vão sofrer influências de outros povos, o que poderá influenciar positivamente no crescimento cultura nacional.

No fim deixou uma palavra de apreço aos jovens, para que continuem com o mesmo entusiasmo, organização, disciplina e uma boa presença.

Já o seu homólogo são-tomense, Marcelino Sanches, defende ser importante os governos da CPLP encontrarem mecanismos onde os jovens possam fazer uma intervenção mais útil para a sociedade, porque afinal dão mostras que são capazes de ajudar a construir um país.

Ficou igualmente surpreso com a criatividade dos jovens, sobretudo dos métodos utilizados para as montagens das suas peças.

Das várias obras patentes podemos verificar a figura do pensador, uma referência na cultura angolana, o imbomdeiro, quadros, fotografias, trajes como mistura entre o africano e o europeu, alguns produtos feitos com material reciclado, entre outros.

Tal como na cerimónia de abertura, hoje a parte final da actividade esteve reservado para um sarau cultural, com muita música, dança, declamação de poemas, com a participação dos jovens criadores da CPLP. Brasil, Guiné Bissau e Guiné Equatorial não se fazem presentes nesta VII Bienal. (portalangop.ao)

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