Mobilidade assegurada

(D.R.)
(D.R.)
(D.R.)

Terminado o conflito armado em 2002, o Executivo angolano arregaçou as mangas e lançou-se para o gigantesco programa de recuperação do tecido produtivo nacional, então adormecido. Foram lançadas várias “ frentes”, com realce para a reabilitação e modernização das infra-estruturas integradas, que, aliás, constituem o suporte do desenvolvimento, com realce para o conjunto de redes básicas de condução e distribuição, rede viária, água potável, redes de esgoto, energia eléctrica, gás, telefone e equipamentos sociais, que viabilizam a mobilidade das pessoas, o abastecimento e a descarga, a dotação de combustíveis básicos, a condução das águas, a drenagem e a retirada dos resíduos urbanos.

Volvidos vários anos de execução exitosa destes planos, eis que o Ministério da Construção em colaboração com o da Comunicação Social realizaram em Luanda, um seminário sobre “As obras e suas etapas no sector da construção”, com a necessidade de tornar os jornalistas mais habilitados a enquadrar as designações técnicas aos seus materiais. O país avança rumo ao desenvolvimento, sendo que o futuro será cada vez mais promissor, numa altura em que as obras em curso estão a potenciar a nossa economia.

O sector da construção tem tomado a dianteira na resolução de problemas básicos que a sociedade vivia, com a reabilitação e modernização da rede rodoviária nacional, onde os resultados apresentados são bastante animadores. Iniciado em 2005, o Programa de Reabilitação de InfraEstruturas Rodoviárias (PRIR) permitiu atingir, até agora, cerca de 12.492,00 quilómetros de estradas asfaltadas e um total de 380 pontes montadas.

É obra! O Executivo angolano está também atento à qualidade das empreitadas que estão a ser construídas em Angola. Este processo compreende todas as fases da execução de uma obra, desde a programação, concepção, projecto, produção dos materiais e elementos de construção, construção da obra, recepção, manutenção e gestão. A qualidade da construção depende de um sistema organizado que actue ao longo de todo o processo construtivo, abrangendo as acções dos diversos intervenientes.

Para uma maior coordenação e responsabilização, o Ministério da Construção em parceria com outras instituições do Estado angolano prevê a criação de um portal de contratação pública, um importante instrumento que irá facilitar na selecção das empresas para realizarem uma determinada obra, tendo sempre como premissa à qualidade.

Como, aliás disse, o ministro da Construção, Waldemar Pires Alexandre, no seu discurso de abertura, que o seu pelouro está a trabalhar com os jornalistas para a percepção dos processos, das etapas e dos percursos necessários à edificação de empreendimentos que terminem em benefício da população. Estes investimentos estão a ter uma grande importância e impacto na redução da pobreza e na melhoria da qualidade de vida da população, principalmente a de menor renda. (jornaldeeconomia.ao)

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA