Militantes do MPLA devem ser esclarecidos sobre visita do Chefe de Estado à China

Bento Joaquim Bento - 1º Secretário Provincial de Luanda do MPLA (Foto: Gaspar Dos Santos)
Bento Joaquim Bento - 1º Secretário Provincial de Luanda do MPLA (Foto: Gaspar Dos Santos)
Bento Joaquim Bento – 1º Secretário Provincial de Luanda do MPLA (Foto: Gaspar Dos Santos)

O primeiro secretário do MPLA em Luanda, Bento Sebastião Bento, exortou hoje a todos os militantes do seu partido a se deslocar sábado à Cidadela Desportiva para serem esclarecidos sobre a recente visita do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, à Republica Popular da China e aos Emirados Árabes Unidos.

O político frisou que este esclarecimento será feito pelo membro do Bureau Politico, Manuel Nunes Júnior,  e o mesmo irá dissertar sobre os meandros da cooperação entre Angola e a República Popular da China.

De acordo com Bento Bento, que falava à margem da III Sessão  Extraordinária do MPLA realizada hoje, quinta-feira, não corresponde à verdade os rumores de que o Chefe do Executivo tenha oferecido uma província de Angola à China.

“Quanto maior for a cooperação de Angola  com países como a China maior desenvolvimento o nosso país terá e maiores possibilidades de emprego daremos aos angolanos  e principalmente jovens, assim como  contaremos com mais satisfação das necessidades das populações”, realçou.

Na óptica do primeiro secretário do MPLA em Luanda, neste  momento está-se a alinhavar toda a documentação que foi analisada no recente seminário sobre marketing eleitoral para que se possa  igualmente  levar a cabo uma acção idêntica a nível da província, de forma a que se possa treinar mais quadros no sentido de saberem levar a informação ao povo.

A luta política deve ser realizada nos marcos da democracia e com a informação, tendo já alguns técnicos formados para o efeito, referiu.

Em relação à preservação da paz, Bento Bembe frisou que a maior preocupação do MPLA consiste na existência de algumas franjas da população angolana que está cada vez mais apegada aos princípios democráticos e constitucionais que regem o país mas há uma minoria que não consegue chegar ao poder pela democrática e pensa que pela violência podem fazê-lo, promovendo a  confusão e a desobediência civil. (portalangop.co.ao)

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