Madrid não recebeu reivindicações relativamente aos jornalistas desaparecidos

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O governo espanhol não recebeu nenhuma reivindicação relativamente ao desaparecimento de três jornalistas na Síria. O executivo de Madrid não privilegia nenhuma hipótese de momento. Antonio Pampliega, José Manuel Lopez e Angel Sastre chegaram à cidade de Alepo, com passagem pela Turquia, a 10 de julho. Dois dias depois perdeu-se o contacto com os três repórteres. Teme-se que tenham sido raptados.

O chefe da diplomacia espanhola refere que “infelizmente este não é o primeiro caso nos quase quatro anos” em que está em funções. José Manuel García-Margallo sublinha que “todos os casos se resolveram de forma satisfatória” e que “aqueles que não saltaram para a imprensa” resolveram-se bastante mais depressa. “O importante” – rematou – “é trazê-los de volta a casa, sãos e salvos e o mais rapidamente possível. E para isso a discrição é a regra.”

Em setembro de 2013 três outros jornalistas espanhóis foram raptados no país e libertados seis meses depois. A Síria é considerada o país mais perigoso do mundo para jornalistas pela organização Repórteres Sem Fronteiras. Desde 2011 morreram pelo menos 44 jornalistas a cobrir a guerra civil na Síria. (euronews.com)

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