Infra-estruturas integradas promovem competitividade

Está em curso a recuperação da rede de água potável, energia eléctrica, telefone e outros equipamentos. (Foto: Contreiras Pipa)
Está em curso a recuperação da rede de água potável, energia eléctrica, telefone e outros equipamentos. (Foto: Contreiras Pipa)
Está em curso a recuperação da rede de água potável, energia eléctrica, telefone e outros equipamentos.
(Foto: Contreiras Pipa)

Plano estratégico do Executivo angolano que visa a recuperação dos principais equipamentos sociais tem estado a propiciar o desenvolvimento e dinamizar a economia de várias regiões do território nacional.

O plano estratégico do Executivo angolano que visa a construção e recuperação das infra-estruturas integradas, com realce para a rede viária, água potável e energia eléctrica, além de outros equipamentos sociais, tem estado a reduzir o custo de transportes e, consequentemente, o preço final dos produtos, tornando-os mais acessíveis ao consumidor e mais competitivos com os concorrentes.

Para o director nacional de Infra-estruturas Públicas do Ministério da Construção, José Kai, que abordou o tema sobre “infra-estruturas integradas e sua importância” no workshop sobre “As obras e suas etapas no sector da construção” disse que os investimentos em infra-estruturas podem ter importante impacto na redução da pobreza e na melhoria da qualidade de vida da população de menor renda. O evento foi realizado em Luanda, numa parceria entre os Ministérios da Construção e da Comunicação Social, dirigido aos jornalistas,

“Há um aumento no valor de mercado do património da população pobre quando a sua residência passa a ser servida por rede de esgoto, água e telefone”, disse.

Segundo avançou, elas também permitem que cada região se especialize nas actividades económicas para as quais tenham maior vocação (agricultura, pecuária, serviços), gerando ganhos de produtividade e qualidade para toda a economia.

“A redução de incidência de doenças na população pobre, decorrente da expansão do saneamento básico, se reflecte em aumento da capacidade de aprendizado escolar das crianças e da capacidade laboral dos adultos”, frisou.

Projectos

Na ocasião, José Kai, revelou que no quadro do programa de implementação das infra-estruturas integradas, decorre actualmente em todas as províncias vários projectos estruturantes. Por exemplo na província do Zaire estão em curso programas integradados nas localidades de Mbanza Congo, Soyo e Nzeto, Cunene (Ondjiva), Benguela (Lobito, Catumbela, Benguela), Huambo (Huambo e Caála), Bié (Cuito e Cunje), Malange (Malange), Huíla (Lubango), Namibe (Namibe), Luanda (Sambizanga, Cazenga, Viana, Patriota e Camama) e Bengo (Caxito).

Infra-estruturas integradas

Os projectos envolvem a construção e reabilitação da rede viária (vias de circulação, contendo as redes e instalações associadas aos diferentes modos de, incluindo a pedonal, e as áreas de estacionamento de veículos) e de água potável (redes de abastecimento de água e instalações associadas ao seu armazenamento local, tratamento e distribuição).

Conta também com a rede de drenagem de águas pluviais e residuais (redes de drenagem de águas residuais e pluviais, contendo as redes e instalações associadas à sua recolha e encaminhamento para tratamento, aproveitamento ou rejeição).

No acto de abertura do evento, o ministro da Construção, Waldemar Pires Alexandre, disse que o mesmo visou “munir” os jornalistas de conhecimento para que na sua actividade possam transmitir com precisão os processos, etapas e os percursos necessários, obrigatórios até que uma obra (estradas, pontes, barragens, aeroportos, edifícios, infra-estruturas públicas) entre em exploração e comece a beneficiar a sociedade.

Entre outras medidas, o workshop serviu para que os profissionais da comunicação social conheçam o significado dos conceitos e dos termos que são usados no sector da construção, seja na qualidade da obra, consultor, fiscal e gestor de projecto seja de empreiteiro, tendo em conta as responsabilidades que cada um assume.  (jornaldeeconomia.ao)

Por:  Adérito Veloso

 

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA