Huíla: Câmara de ervanários contra venda ambulante de remédios naturais

Huíla: câmara de medicina tradicional (Foto: José Krithinas)
Huíla: câmara de medicina tradicional (Foto: José Krithinas)
Huíla: câmara de medicina tradicional (Foto: José Krithinas)

O director regional da Câmara Profissional dos Terapeutas de Medicina Tradicional, Natural, Alternativa e não Convencional De Angola, Miguel Catengue, recomendou hoje, no Lubango, Huíla, aos ervanários no sentido de evitarem a comercialização de medicamentos nas ruas.

Ao falar na primeira reunião ordinária da câmara, sábado, Miguel Catengue considerou ser importante que os naturistas evitem a venda de medicamentos naturais nas ruas, na perspectiva de acautelar-se a intoxicação de quem compra e consome os remédios.

Segundo o médico naturista, na província da Huíla é frequente verem-se cidadãos a venderem medicamentos nas ruas e nos mercados informais, sem qualquer orientação técnica para as dosagens, o que pode não só fazer mal a saúde dos doentes, assim como manchar a imagem dos técnicos na região.

Miguel Catengue referiu que a câmara aprendeu no mês transacto, no mercado informal do João de Almeida, arredores da cidade do Lubango, quantidades não reveladas de medicamentos de várias origens, considerados impróprios para a saúde humana.

Para colmatar esta situação, o presidente da câmara aconselhou os filiados a abrirem farmácias e legalizarem as suas actividades, uma vez que o Estado está preocupado com as mortes provocadas por intoxicação de medicamentos mal preparados.

O encontro está a abordou assuntos relacionados com o programa de catalogação dos naturistas, legalização dos centros médicos, comportamento dos técnicos, assim como a avaliação das actividades realizadas durante o ano de 2014.

No quadro do programa de cadastramento dos terapeutas, Miguel Catengue esclareceu que três mil e 800 técnicos foram já cadastrados nas províncias da Huíla, Namibe e Cunene. (portalangop.co.ao)

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