Históricos deputados dizem adeus ao Parlamento

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Depois de terem sido apresentadas os cabeças de lista tanto do PS como do PSD há deputados históricos que ficam de fora.

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O fim da carreira política chegou para alguns deputados. Uns abandonam para sempre o Palácio de São Bento, mas outros podem vir a ser candidatos à Presidência da República.

Comecemos por João Bosco Mota Amaral que foi deixado de lado por Passos Coelho. Entrou para o partido em 1969 e mostra-se bastante descontente por abandonar agora o seu estatuto como deputado. “O processo decorreu nas condições que toda a gente sabe. Fui excluído e ponto final. E não digo mais nada”, disse ao jornal i sem querer aprofundar mais a questão.

Mas do lado do PS há também quem diga adeus. Maria de Belém não quis entrar para a lista socialista, mas deverá apresentar a sua candidatura à Presidência da República, não deixando morrer por agora a sua carreira política.

Já a atual presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, recusou mesmo a integração na lista apresentada pelo PSD esta segunda-feira. Falou-se em “desgaste”. O i fala numa pausa.

O caso de Miguel Macedo é mais controverso. O histórico social-democrata foi obrigado a demitir-se por estar alegadamente envolvido no caso dos vistos gold. Perdeu a imunidade parlamentar e foi constituído arguido.

Outro histórico que sai das listas é Guilherme Silva, que integrou o partido em 1991. Mas também o socialista Alberto Costa foi excluído da lista de deputados.

O mesmo destino teve o deputado José Lello, amigo próximo de Sócrates e que sempre o defendeu.

Mendes Bota também abandona o Parlamento e junta-se a Carlos Moedas em Bruxelas. José Ribeiro e Castro, fundador do CDS, decidiu renunciar ao mandato e rejeitou a hipótese de ser candidato.

Luís Fazenda e João Semedo, do Bloco de Esquerda, que também se despedem. (noticiasaominuto.com)

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