Governador de Luanda pede mais empenho aos estudos

Graciano Domingo - Governador de Luanda (Foto: Angop)

O Governador de Luanda, Graciano Domingos, apelou, quinta-feira, aos cidadãos angolanos mais empenho aos estudos, para impedir as novas formas de colonização aos povos que não dominam a ciência e a técnica.

Graciano Domingo - Governador de Luanda (Foto: Angop)
Graciano Domingo – Governador de Luanda (Foto: Angop)

O governante, que falava no acto de inauguração de uma Mediateca e uma Escola do II ciclo do Ensino Secundário no bairro Sapu, Distrito Urbano do Kilamba Kiaxi, em Luanda,  alertou que hoje existe uma outra forma de colonização diferente da que existiu no passado de que os angolanos foram vítimas.

“Se nós não dominarmos a ciência e a técnica, os que dominam vão dominar-nos de uma forma intelectual, de uma forma mais suave, mas não deixa de ser uma dominação”, alertou, acrescentando que para evitar que isto aconteça é necessário que as crianças, os jovens e os adultos se empenhem no estudo e procurem cultivar também o patriotismo.

Considera necessário que os angolanos defendam a pátria, através de melhores alunos, protecção do património público e do cultivo de valores de respeito mútuo e pelos semelhantes.

Apelou aos estudantes que se organizem para tornar verde o Complexo Escolar, fazê-lo cada vez mais agradável, com mais árvores.

Aconselhou aos alunos que se dediquem ao desporto como forma de melhorar a personalidade e a relação com os outros, esclarecendo que quem pratica desporto facilmente compreende que na vida ninguém vence sozinho.

“Os homens vencem na vida com a ajuda  dos outros, portanto devemos darmos bem uns como os outros, devemos cultivar amizades e respeito e desta forma cresceremos unidos e unidos seremos mais fortes”.

Graciano Domingos pediu  que se cuide bem da escola que foi inaugurada e no futuro, 10 ou 15 anos,  possa ver ou ouvir de que há um aluno que estudou neste complexo e que inventou o primeiro foguetão angolano que vai à Lua ou  outro desafio de que algum jovem que inventou uma vacina contra o paludismo.

Pediu aos jovens que carreguem o entusiasmo que têm à sala de aulas, desaconselhado que copiem ou façam batotas durante as provas, porque, alertou, quando começarem a trabalhar serão avaliados pelas capacidades que têm, “copiar não adianta, porque não vai vos permitir progredir na vida”.  (portalangop.co.ao)

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