Futebol: Golo de Job leva Petro de Luanda aos quartos de final da Taça de Angola

Job, Jogador do Petro de Luanda (Foto: Lucas Neto)
Job, Jogador do Petro de Luanda (Foto: Lucas Neto)
Job, Jogador do Petro de Luanda (Foto: Lucas Neto)

Com o golo de Job na transformação de uma grande penalidade, ainda na primeira parte, o Petro de Luanda garantiu o passe para os quartos de final da Taça de Angola, ao vencer o Desportivo da Huila.

A grande penalidade foi marcada aos 21 minutos, após o autor do golo ter sido carregado pelo defesa Elias, que ainda admoestado com a cartolina amarela.

Os ” tricolores”, finalistas vencidos da edição passada, diante dos seus adeptos apresentaram um futebol aberto, ante um adversário com quem já havia perdido no Girabola.
O início de jogo dos huilanos foi bastante dinâmico, mas que só não marcaram por alguma falta de concentração, dadas as sucessivas oportunidades que dispunham.
No jogo de insistência, quando estavam decorridos vinte e cinco minutos o Desportivo da Huila levou a bola ao poste por intermédio de Mbongo.
Na segunda parte com um equilíbrio patente e com oportunidades repartidas, os da casa apostaram no jogo de profundidade enquanto que o Desportivo jogava no contra ataque.
Aos 58 minutos, o treinador do ” tricolores” mexeu o meio campo trocando Carlinhos por Mateus, que mostrou ser bastante individualistas nas jogadas ofensivas.

A equipa do catetão passou a jogar com menos um jogador, quando o seu capitão foi expulso aos 63 minutos, por acumulação de cartões amarelo.

Já em tempo de compensação, com possibilidade de empatar o jogo, o Desportivo beneficiou de uma grande penalidade que Beybe não concretizou ao colocar a bola em cima do travessão da baliza de Gerson.

O Técnico do Desportivo da Huila, Ivo Traça, apontou a falta de concentração como estando na base da derrota, de 1-0 diante do Petro de Luanda, e consequentemente o afastamento da Taça de Angola.

Em declarações a imprensa no estádio 11 de Novembro, o técnico huilano, referiu que a derrota surgiu, numa falha defensiva, quando o seu atleta teve dificuldades para travar o atacante contrario.

“ Penso que o nosso jogo resumiu-se na grande penalidade que sofremos” o nosso atleta foi infeliz ao fazer aquela falta que penso eu ter sido desnecessário mas o futebol é isso mesmo sobretudo em jogos a eliminar “ referiu.

” Fomos muito permissivos porque agimos com alguma ingenuidade no meio campo e ataque” disse.

Disse, que a meta do Desportivo da Huíla é a permanência no Girabola, e a Taça de Angola era uma prova onde sabiam que o adversário teria que se esforçar bastante para vencer. (portalangop.co.ao)

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