Empresas de Comércio organizam-se em associação

(Foto: D.R.)
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Fazem parte da associação as empresas que detêm as lojas Maxi, Deskontão, Kero, Pomobel, Mega, Casa dos Frescos, Jumbo, Kinda, Sistec, Misand e Trade Constrói.

Associação de Empresas de Comércio e Distribuição Moderna de Angola (Ecodima), apresentada na última terça-feira, pretende defender os interesses dos associados e assegurar a representação junto de entidades públicas e privadas nacionais e estrangeiras. O aumento da base de incidência fiscal é outra aposta

“A Ecodima e os seus membros poderão desempenhar um papel fundamental na economia angolana, nomeadamente na definição e concertação de estratégias sectoriais.”, explicou Carlos Cunha, o coordenador da Associação de Empresas de Comércio e Distribuição Moderna de Angola.

“Pretendemos também apostar no aumento da base de incidência fiscal para se evitar que sejam subcarregados os poucos que pagam impostos. Creio que podemos ser importantes para a contribuição da modernização do sector”, adiantou.

Carlos Cunha chama a atenção para a defesa do comércio rural. Em sua opinião é importante proteger as pequenas iniciativas comerciais, porque, segundo ele, “são suportes da actividade do grossista, que sobrevive da compra de produtos pelos pequenos consumidores”.

A iniciativa conta com 11 fundadores – como a Maxi, o Deskontão, o Kero, a Pomobel, o Mega, a Casa dos Frescos, o Jumbo, a Kinda, a Sistec, a Misand e a Trade Constrói – e tem como secretário executivo, Reinaldo Pereira.

Para Reinaldo Pereira, a ideia é também a de potenciar a cooperação “entre a distribuição e a produção nacional, incitar a criação de sinergias para a especialização técnico-profissional dos trabalhadores e incrementar planos de fomento para o sector, por ser um dos principais empregadores do País”.

A associação, sem fins lucrativos, é projecto totalmente novo, que junta agentes comerciais retalhistas e grossistas nacionais, na sua maioria supermercados de grande superfície.

Raúl Mateus, administrador da empresa Pomobel garante que “os empresários terão grandes vantagens pelo facto de a associação visar essencialmente a defesa dos interesses e direitos dos associados e assegurar a sua representação junto de quaisquer entidades, públicas e privadas, nacionais ou estrangeiras”.

Entretanto, os corpos directivos da Associação das Empresas de Comércio e Distribuição Moderna de Angola serão brevemente constituídos em Assembleia Geral, segundo Reinaldo Pereira. (semanarioeconomico.ao)

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