Dirigente português confiante no relançamento das relações comerciais

Vice-presidente da República, Manuel Vicente (à dir.), recebe em audiência vice-primeiro-ministro de Portugal, Paulo Portas (Foto: Pedro Parente)

O vice-primeiro-ministro português, Paulo Portas, reconheceu nesta quinta-feira, em Luanda, que 2015 tem sido um ano difícil no âmbito das relações comerciais entre Angola e Portugal e manifestou-se confiante na mudança do actual quadro.

Vice-presidente da República, Manuel Vicente (à dir.), recebe em audiência vice-primeiro-ministro de Portugal, Paulo Portas (Foto: Pedro Parente)
Vice-presidente da República, Manuel Vicente (à dir.), recebe em audiência vice-primeiro-ministro de Portugal, Paulo Portas (Foto: Pedro Parente)

Falando à imprensa, no termo de uma audiência concedida pelo vice-presidente da República, Manuel Domingos Vicente, o dirigente luso informou que nos últimos quatro anos as exportações portuguesas para Angola quase aumentaram 100 porcento, mas em 2015 têm uma retracção.

Segundo Paulo Portas, que acredita na mudança da situação, a sua vinda a Angola tem por objectivo desenvolver todos os instrumentos bilaterais que permitam recuperar a contracção que se verifica ao nível económico.

Nesta perspectiva, considerou importante que num ano que tem sido difícil, Portugal tenha cerca de 70 empresas na Feira Internacional de Luanda (FILDA) 2015 e seja novamente o país com mais empresas presentes no certame.

“Isso diz alguma coisa sobre a importância que as empresas portuguesas dão a Angola e o valor que nós também damos àas empresas angolanas em Portugal”, exteriorizou Paulo Portas, que chegou hoje, quinta-feira, a Luanda para uma visita de trabalho de 24 horas.

O vice-primeiro-ministro luso afirmou que estão a ser tomadas medidas tendentes a superar as dificuldades existentes, sublinhando a confiança das autoridades portuguesas, por si simbolizada com a sua presença em Angola, no âmbito da FILDA.

“Estamos disponíveis para irmos procurando ultrapassar os problemas que por vezes se verificam, seja ao nível dos pagamentos, seja das transferências, mas sabemos que Angola vai transpor esta fase que pode acontecer na vida dos eEstados e países”, reforçou. (portalangop.co.ao)

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