Cuanza Norte: Munícipes do Golungo Alto clamam por espaços de lazer

Golungo Alto clama por espaços de lazer (Foto: Diniz Simão)
Golungo Alto clama por espaços de lazer (Foto: Diniz Simão)
Golungo Alto clama por espaços de lazer (Foto: Diniz Simão)

Alguns munícipes da vila do Golungo Alto, sede do município com o mesmo nome, província do Cuanza Norte, clamaram hoje da necessidade da criação de mais espaços públicos de lazer e recreação, visando suprir o défice de infra-estruturas na região.

Em declarações à Angop, os munícipes admitiram que a diversão e a descontracção têm grande importância para combater o stress mental, físico e psicológico após uma jornada de intenso trabalho.

Jerónimo Cardoso considera que os locais de recreação e lazer são de grande importância, pois ajudam a ocupar os tempos livres dos cidadãos, ao mesmo tempo que podem facilitar a harmonia dos munícipes.

Acrescentou que a ausência destes locais propicia aos jovens o cometimento de práticas incorretas como o uso desregrado de bebidas alcoólicas e outras que atentam contra o convívio salutar no seio das famílias.

Por sua vez, Madalena de Carvalho é de opinião que a administração municipal, no âmbito do seu programa de investimentos públicos, deve priorizar igualmente a construção de espaços de lazer e recreação, admitindo que os poucos espaços que existem não oferecem condições dignas para acolher os munícipes bem como os visitantes.

Apontou o rio Kimakende, que dista a 18 quilómetros da sede municipal, como o único local que atrai actualmente os cidadãos, mas que também tem-se revelado incapaz para acolher os convivas.

Aconselhou que as potencialidades naturais que o município possui, tais como as quedas de Mazalala, furnas de Quinvuanda, os rios Luinha e Zenza, bem como as lagoas do Ngandu e Katandu deviam ser aproveitadas e convertidas em espaços de recreação e lazer, o que contribuiria para a atração de turistas a circunscrição. (portalangop.co.ao)

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