Cuando Cubango: Ministra destaca cumprimento da Lei na criação de igrejas

Rosa Cruz e Silva, Ministra da Cultura (Foto: Arquivo/Francisco Miudo)
Rosa Cruz e Silva, Ministra da Cultura (Foto: Arquivo/Francisco Miudo)
Rosa Cruz e Silva, Ministra da Cultura (Foto: Arquivo/Francisco Miudo)

A ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva, destacou segunda-feira, em Menongue, o cumprimento escrupuloso da Lei como base fundamental para a implementação de denominações religiosas no país.

Falando num encontro com o governador do Cuando Cubango, Higino Carneiro, e membros do governo provincial, no âmbito da cerimónia de inauguração do memorial ao rei Mwene Vunongu, a realizar-se nesta terça-feira, Rosa Cruz e Silva destacou oi facto de ao nível da província não ser notório o fenómeno da proliferação religiosa à margem da Lei.

A governante adiantou que o Ministério da Cultura está a implementar algumas medidas, no sentido de continuar a promover a paz social, principalmente nas igrejas, onde tem se tem registado alguns conflitos e crises de liderança, causadas, muitas das vezes, por dificuldades financeiras.

De acordo com a responsável, a comissão interministerial que foi criada para o controlo do fenómeno da proliferação de igrejas tem privilegiado o diálogo, no sentido de incentivar as igrejas a respeitarem a Lei e desenvolver a sua actividade.

Informou que a Lei está a ser revista para atender as preocupações do governo e neste momento está em consulta pública.

Neste particular, avançou que em todo mês de Agosto a equipa técnica encarregue da revisão da Lei vai se deslocar à província para com as autoridades locais fazer a respectiva divulgação e promover debates para que todos saibam os preceitos legais e o que os crentes têm de cumprir no âmbito da constituição das suas igrejas.

“ Este é um passo muito importante na revisão da Lei e a província vai contribuir para o enriquecimento da mesma”, sublinhou.

Rosa Cruz e Silva realçou, por outro lado, estar-se a trabalhar na questão das igrejas não reconhecidas, que por força das circunstâncias que não receberam o tratamento devido pelos incumprimentos, e mesmo assim continuam fazendo trabalho social ao nível da educação, saúde e outros.

Neste caso, explicou, pretende-se que as igrejas não reconhecidas possam, por força do mesmo sentido de fé, juntarem-se numa das plataformas criadas, através de coligações. (portalangop.co.ao)

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