Cuando Cubango: JMPLA destaca visão do PR no estabelecimento de parcerias económicas

Sérgio Luther Rescova - Primeiro Secretário Nacional da JMPLA (Foto: Angop)

Menongue – A visão estratégica do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, no estabelecimento de parcerias estratégicas para o desenvolvimento da economia nacional, foi destacada, quinta-feira, pelo secretário nacional da JMPLA, Sérgio Luther Rascova.

Sérgio Luther Rescova - Primeiro Secretário Nacional da JMPLA (Foto: Angop)
Sérgio Luther Rescova – Primeiro Secretário Nacional da JMPLA (Foto: Angop)

Ao intervir no encontro com os militantes da sua organização e estudantes do ensino médio e superior, Sérgio Rascova disse que Angola tal como outros países do mundo, também está a conhecer “um ano economicamente difícil”, por causa da queda do preço do petróleo no mercado internacional.

Explicou aos presentes, que a economia nacional tem uma grande dependência do petróleo, por isso, o Executivo liderado pelo Presidente da República (PR), buscou mecanismos para ultrapassar o actual quadro económico.

“ Daí que o PR, mais uma vez teve de tomar opções, da mesma forma que todos os países que estão a viver momentos idênticos, também estão a ir buscar as suas soluções.

Enquanto uns se posicionam no campo da crítica, há quem procura buscar as soluções para resolver os problemas” destacou.

Realçou as qualidades do PR, como uma pessoa muito patriota e esclarecida, que sempre buscou as grandes soluções para a resolução dos principais problemas da população.

Sérgio Luther Rascova, fez uma incursão no tempo, para lembrar que em 2002, com o alcance da paz, fruto do esforço dos angolanos, houve uma necessidade urgente de se encontrar para a reconstrução do país.

Para tal, Angola virou-se à comunidade internacional, pedindo apoios através de uma conferência de doadores, mas ninguém disponibilizou-se em ajudar o país.

“Angola lhe foi rejeitada uma conferência de doadores e já naquela altura o PR teve de buscar uma solução de parcerias, também no contexto internacional e o único parceiro que estendeu a mão, foi a China”, sublinhou.

Fruto desta parceria, argumentou, o país conheceu uma fase de reconstrução muito dinâmica em todos os sectores, destacando as estradas, caminhos de ferro, centralidades, escolas e hospitais.

Disse que em função do actual momento económico, Angola sentiu a necessidade de buscar apoios para a superação do mesmo.

Esclareceu que o tipo de apoio que o PR foi buscar, não é mais nos mesmos termos que o anterior, “ agora Angola foi com uma postura de cooperação que vai permitir que os recursos provenientes, sirvam para aumentar a produção interna.

Tal cooperação, vai permitir o desenvolvimento das indústrias e alavancar a produção interna, reduzindo os níveis de importações.

No seu entender, quanto mais o país produzir internamente, menos serão as necessidades de importação e mais fortalecido se tornará a moeda nacional.

Acrescentou que todos os jovens devem estar esclarecidos sobre os benefícios dos acordos com a China e desmentir todas as informações negativas que visam manchar a boa intenção do Governo em continuar a trilhar os caminhos do desenvolvimento. (portalangop.co.ao)

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