Consórcio sino-angolano prevê refinaria em Angola

O presidente angolano José Eduardo dos Santos com o seu homólogo chinês Xi Jinping (Foto: F. Miudo)
O presidente angolano José Eduardo dos Santos com o seu homólogo chinês Xi Jinping   (Foto: F. Miudo)
O presidente angolano José Eduardo dos Santos com o seu homólogo chinês Xi Jinping (Foto: F. Miudo)

Em Angola foi lançado um consórcio empresarial angolano e chinês que prevê, entre outros, a construção de uma grande refinaria na província do Bengo que deverá produzir 400 barris de petróleo por dia. O projecto é orçado em 14 mil milhões de dólares.

Um consórcio de empresas angolanas e chinesas apresentou em Luanda, o projecto de construção de uma refinaria na localidade do Ambriz, província do Bengo, avaliado em
quatorze mil milhões de dólares

A empresa vai ter a capacidade de refinar cerca de 400 mil barris de petróleo por dia e o projecto prevê igualmente a construção de uma central eléctrica, de uma cidade universitária e de um complexo hospitalar.

A refinaria inicia a produção em 2020 e deverá criar 12 mil postos de trabalho. O projecto envolve a Sonangol e empresas privadas angolanas e chinesas. O governo angolano participa no projecto através da Sonangol, com 40 % sendo os outros 60 % repartidos pela GPM Internacional Services e o grupo de empresas chinesas.

O anúncio do projecto surge depois da polémica visita do Presidente José Eduardo dos Santos, à China onde foram assinados acordos de cooperação económica e financeira, cujos contornos constituem ainda um mistério e têm animado nos últimos dias o debate político em Angola. (rfi.fr)

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