Cabo Verde regista 1,9 porcento de importações e 6,7 porcento de exportações

Cabo Verde Bandeira
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O volume das importações em Cabo Verde aumentou em junho último 1,9 porcento, em relação ao mês anterior, enquanto o das exportações caiu 6,7 porcento face ao mês anterior, revelou o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados do Índice Mensal de Preços do Comércio Externo (ICE) indicam também que a taxa de variação mensal registada pelo índice de troca externa foi de menos 8,5 porcento, em junho, valor inferior, de 4,9 pontos percentuais, ao registado no mês anterior.

A taxa de variação mensal registada pelo índice de preço na exportação entre maio e junho do ano em curso foi de -6,7 porcento, diminuindo 5,1 pontos percentuais face ao valor notado no mês anterior.

Em relação ao índice de preço na importação no país, o INE fez saber que, no último mês, ele se situou em 87,8 porcento, com um acréscimo de 1,9 porcento relativamente ao mês anterior, tendo em conta o facto de se ter registado um aumento dos preços nas categorias “bens de capital” (11,4 porcento) e “combustíveis” (10,5 porcento).

O INE esclareceu que o que “atenuou” esse aumento foi a diminuição dos preços na categoria “bens intermédios” em 4,1 porcento, e nos “bens de consumo” em 5,4 porcento, sublinhando que, devido ao aumento de preços de “máquinas” em 19,6 porcento, houve um aumento de 11,4 porcento na categoria “bens de capital”.

Esclareceu ainda que, na categoria “bens intermédios”, a diminuição dos preços em 4,1 porcento, se justifica “essencialmente” pela diminuição dos preços de “produtos transformados para construção” (12,8 porcento) e de “outros produtos transformados” (11,1 porcento).

No entanto, a instituição frisou que o aumento dos preços de “outros produtos alimentares transformados” (9,1 porcento) e “peças para material de transporte” (8,6 porcento) “moderou” esse facto.

Entretanto, o registo da diminuição dos preços na categoria “bens de consumo” justifica-se com a diminuição dos preços de “produtos alimentares primários” (19,7 porcento) e “outros bens de consumo duradouros” (21,3 porcento), tendência atenuada pelo aumento dos preços de “produtos alimentares transformados” (3,8 porcento) e “outros bens de consumo semi-duradouros” (25,2 porcento). (panapress.com)

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