Angola com boas referências na liderança do Processo Kimberly

CONVERSAÇÕES ENTRE DELEGAÇÕES DE ANGOLA E DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA (Foto: Angop)

Angola é um exemplo de modelo de liderança que se pode seguir quando se fala de extracção de diamantes no que toca ao asseguramento de um processo de extracção segura, considerou hoje, quinta-feira, em Luanda, o sub-secretário de Estado para a Democracia, Direitos Humanos e Trabalho dos Estados Unidos da América, Steven Feldstein.

CONVERSAÇÕES ENTRE DELEGAÇÕES DE ANGOLA E DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA (Foto: Angop)
CONVERSAÇÕES ENTRE DELEGAÇÕES DE ANGOLA E DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA (Foto: Angop)

Ao falar à imprensa, depois do encontro que manteve com o ministro da Geologia e Minas, Francisco Queiróz, o sub-secretário Steven Feldstein sublinhou que os EUA olham com bastante positivismo a liderança de Angola no Processo Kimberly.

“Todos têm confiança da importância dos diamantes e do sector quando se fala em economia, e também temos a consciência de que quando a extracção de diamantes não é desenvolvida da melhor maneira possível pode haver consequências negativas”, sublinhou.

No encontro, o ministro angolano informou que a nível do país existe um órgão ministerial que, neste momento, trabalha no sentido de Angola fazer parte dos Princípios Voluntários.

Por sua vez, Feldstein referiu que os EUA estão dispostos a oferecer a sua colaboração para que Angola seja integrada  nestes princípios, a medida que o Governo angolano estuda igualmente a sua entrada.

Os Princípios Voluntários, actualmente presidido pelos Estados Unidos da América, é uma iniciativa de vários países que serve para assegurar que todos actores envolvidos (sociedade civil, empresas privadas e órgãos estatais) levem a cabo um diálogo construtivo, no sentido de garantir que a exploração mineira possa ser desenvolvida de forma sustentada e que os direitos de todos os cidadãos estejam seguros.

Para aderir ao Princípios Voluntários é necessário que o país interessado apresente a sua intenção em aderir. Depois de manifestado este interesse, o país deverá elaborar um plano de acção que reflete a sua disponibilidade em implementar os referidos princípios.

Posteriormente, este plano de acção é discutido pelos membros desta iniciativa (Princípios Voluntários) no sentido de abordarem como este país vai implementar o referido plano e depois, e na sequência das discussões dos membros, é que o país poderá tornar-se membro efectivo, explicou Steven Feldstein. (portalangop.co.ao)

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