África do Sul: Angola conhecida como país em franco desenvolvimento

(Foto: Falcão de Lucas)
Pastor da igreja Assembleia de Deus Pentecostal, em Joanesburgo, Gideão Panzo  (Foto: Falcão de Lucas)
Pastor da igreja Assembleia de Deus Pentecostal, em Joanesburgo, Gideão Panzo (Foto: Falcão de Lucas)

A República de Angola é conhecida, a nível nacional e internacional, como um país em franco desenvolvimento, fruto dos seus 40 anos de independência, afirmou recentemente em Joanesburgo, África do Sul, o pastor angolano da Igreja Assembleia Pentecostal de Deus, Gideão Panzo.

Falando em entrevista à Angop, por ocasião dos 40 anos de independência que o país celebrará em Novembro, Gideão Panzo, à frente desta congregação religiosa há 15 anos, frisou que o “Executivo, sob orientação do Presidente da República, pegou nas questões principais e primordiais para se criar estabilidade e desenvolvimento no país”.

A título de exemplo dos ganhos dos 40 anos de independência, Gideão Panzo citou a construção de escolas, universidades, hospitais, caminhos-de- ferro, a implementação de novos sistemas de telecomunicações, bem como a construção de estradas, que permitem a livre circulação de pessoas e bens, um dos factores para a promoção do desenvolvimento.

“Quarenta anos não são 40 dias, Angola enfrentou diversas etapas ao longo deste processo, antes e depois da independência, e pela história podemos ver e notar o sacrifício de vários compatriotas e nacionalistas angolanos que tivemos no país, como António Agostinho Neto, primeiro Presidente de Angola, que proclamou a nossa independência”, sublinhou.

Instado sobre os 13 anos de paz que Angola vive, o pastor Gideão Panzo, licenciado em teologia no Brasil, considerou a paz como factor de desenvolvimento dentro de uma nação, pois é através dela que económica e socialmente se pode desenvolver muito mais o país .

“A paz é o caminho ideal, devemos lutar para mantê-la e consolidá-la em nossos corações e espíritos, cada vez mais”, ressaltou.

Na sua opinião, a experiência que Angola tem nestes anos de paz “pode passar a outros países africanos. Este despertar de Angola ao mundo criou certa confiança o que levou novamente o país a ocupar um lugar como membro não permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas”.

“A minha mensagem sobre os 40 anos de independência para o povo angolano é que devemos permanecer nesta linha que é a estabilidade da paz, o amor fraternal e ao próximo, pois o nosso desejo é que Angola cresça e que cada um de nós dê o seu contributo em todas as esferas, tais como política, religiosa e social”, destacou.

A Igreja Assembleia Pentecostal de Deus é uma denominação reconhecida pelo Governo de Angola, tendo em 1999, aberto uma filial em Joanesburgo. (portalangop.co.ao)

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