Advogado de almirante diz estar se inteirando sobre motivos da prisão

O presidente afastado da Eletronuclear, o almirante da marinha Othon Luiz Pinheiro da Silva, durante audiência no Senado, em 2011 (Foto: Antonio Cruz/ABr)
O presidente afastado da Eletronuclear, o almirante da marinha Othon Luiz Pinheiro da Silva, durante audiência no Senado, em 2011 (Foto: Antonio Cruz/ABr)
O presidente afastado da Eletronuclear, o almirante da marinha Othon Luiz Pinheiro da Silva, durante audiência no Senado, em 2011 (Foto: Antonio Cruz/ABr)

Após a prisão nesta manhã do presidente licenciado da Eletronuclear, almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, o advogado do executivo, Helton Pinto, afirmou ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, que a defesa está se inteirando da acusação e dos motivos reais da decisão para tomar as medidas legais cabíveis.

“Temos que nos inteirar sobre a acusação e os motivos reais da prisão porque nos deram só o mandado de busca e apreensão, mas não nos deram a decisão. Estamos analisando para ver porque o juiz decretou a prisão temporária dele para tomarmos as medidas legais cabíveis”, afirmou logo após sair do prédio da Polícia Federal, no Rio.

De acordo com o advogado, a expectativa é de ter acesso à decisão amanhã. Um assistente do advogado foi enviado à Curitiba para agilizar o processo. “Depois (de analisar a decisão) vamos ver o que iremos fazer. Não tenho como ter estratégia ainda porque não tive acesso”, afirmou.

Pinto disse que o depoimento de Silva será acompanhado por ele e deve ocorrer nos próximos cinco dias. O executivo foi preso temporariamente na 16ª fase da operação Lava Jato, batizada de Radioatividade, que se concentrou em formações de cartel e ajuste prévio de licitações nas obras da usina de Angra 3, além de pagamento de propinas a funcionários da estatal. Silva é suspeito de receber R$ 4,5 milhões em propinas. (

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