Uíge: Governo consternados com a morte do presidente de APF

Paulo Pombolo-governador da província do Uíge (Foto: Angop)
 Paulo Pombolo-governador da província do Uíge  (Foto: Angop)

Paulo Pombolo-governador da província do Uíge (Foto: Angop)

O governo provincial do Uíge, liderado por Paulo Pombolo manifestou-se domingo consternado com a morte do presidente da associação provincial de futebol do Uíge (APFU), Miguel da Costa Manzueto “ Michel” ocorrida a 20 de Junho corrente, em Luanda, por AVC.

Uma mensagem chegada hoje á Angop, refere que Miguel Manzueto foi um patriota exemplar que de forma activa se colocou ao serviço e a causa do desporto a nível do país, deixando suas impressões digitais nos mais relevantes feitos desportivos, sobre tudo na modalidade de futebol, realizados depois da Independência Nacional.

“ Apaga-se um verdadeiro ícone que em vida se consagrou como um dos mais brilhantes e dirigente desportivo competente da província do Uíge”, lê-se na mensagem, que acrescenta que nesta hora de dor e luto, o governo provincial do Uíge endereça a família enlutada os mais sinceiros sentimentos de pesar.

O malogrado que se encontrava a cumprir o seu segundo mandato na referida associação, faleceu aos 59 anos de idade.

Michel como era conhecido na elite desportiva, foi guarda-redes nas formações dos Construtores e Fabril do Uíge na década 80, ambas equipas que representaram naquela altura a província do “ bago vermelho” na maior montra do futebol nacional “ Girabola”.

Igualmente orientou como treinador principal a última equipa do Uíge (Fabril) que baixou de divisão em 1986, até a data da sua morte representava as velhas guardas do Uíge, como guarda-redes.

Durante o seu mandato foi possível 27 anos depois a província do Uíge voltar a estar presente na principal competição futebolística do país, por intermédio da União Sport Clube do Uíge.

Em declarações à Angop, o ex-jogador do malogrado na equipa do Fabril, Zinga José lembrou que “ Michel” foi um homem que adorava tanto a causa do futebol na província e não só, dai que desde sempre conseguiu representar da melhor maneira os clubes por onde passou na condição de guarda-redes e treinador.

“ Vi primeiro ele a jogar e posteriormente passou como meu treinador. Foi um ídolo do futebol uígense e não só, nesta altura estamos abalados com a sua morte uma vez que deixou um vazio maior naquilo que sabia fazer “, lamentou Zinga José.

O professor da escola do segundo ciclo, Santos Arnaldo, avançou ser triste perder alguém como Miguel da Costa Manzueto, num momento em que a província ainda esperava muito do seu contributo em prol do desenvolvimento do futebol na região. (portalangop.co.ao)

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